- Seu Carlos... a gente não pode... a Patricia vai ver...! - falei e meu futuro sogro já foi me puxando. Em segundos ele me colocou debruçada em cima de uma caixa, me deixando com a bunda empinada. Como eu já estava sem calcinha, ele enfiou o rosto na racha da minha bunda.
- Ohhhhhhhhhhh... meu deussssss... sogrinhoooo... o senhor é safado demaisssss...!! - gemi quando senti a boca dele encostar no meu cú. Ele começou a me lamber todinha, me deixando toda arrepiada. Que língua gostosa tinha aquele safado.
Ele passava a língua desde o meu cuzinho até o meu grelo, que estava durinho. Eu já estava toda taradinha e, sem nenhum pudor, passei a rebolar minha bundinha na cara dele. Eu mesma coloquei as mãos para trás e abri bem minhas nádegas, ficando toda arreganhada pra ele.
- Aiiiiiii... delíciaaaaaa... bate maissssss... pode baterrrrr... adoro levar tapas na bunda...!! - falei quando o Sr. Carlos, todo machão, me deu dois tapas na bunda que arderam muito mesmo.
- Rebola, putinha... rebola esse rabo na minha cara, sua cadela... teu macho tá mandando... vagabunda safada! - ele falou e fiquei mais doida ainda.
Depois de chupar bastante o meu cú e a minha bucetinha, meu futuro sogro foi subindo e me abraçando por trás. Senti as mãos dele apertando meus peitinhos, massageando, entrando por dentro do meu vestido e do meu sutiã. Gemi deliciosamente e pedi pra ele me foder, ali mesmo, no depósito.
- Vem, seu Carlos... fode a sua norinha... fode... me come todinha... mas no meu cú, tá?... a bucetinha vai ser do Vitor!! - falei e ele deu uma mordidinha na minha orelha. - Sim, minha delícia... a bucetinha vai ser dele... mas você vai ter que dar esse cuzinho bem gostoso pra mim!!!
- Simmmmm... eu dou... mas tem que ser rápido... não quero que o Vitor veja! - falei, um pouco preocupada. - Ele não vai chegar, menina... ela sempre liga antes de vir aqui! - meu sogro falou e voltou a lamber o meu cuzinho, preparando-o para ser penetrado.
Meu sogro tarado era um macho decidido, e eu vi que eu não ia escapar daquela enrabada. Me agarrei à caixa e deixei ele fazer o resto. O safado abriu minha bunda e encaixou a cabeça do pau na portinha do meu cú. Na hora meu ânus foi se abrindo para facilitar a entrada.
- Nossaaaaaaaa... é grande demaisssssss... mais devagarrrrr...! - falei ao sentir o pau dele invadindo meu ânus, lentamente, esticando todas as minhas preguinhas. Meu deusssss!!! Fiz o máximo para não gritar. E ele me segurava forte, indo cada vez mais fundo.
Nesse momento percebi que o safado tinha um pau bem grandão e com certeza bem mais grosso do que o do filho. Eu estava acostumada a dar meu cuzinho, mas quando a cabeçona enorme avançou pra bem dentro de mim eu senti que a coisa ia pegar de verdade.
- Aiii... seu Carlos... que pauzão grandão... põe devagar, tá?... só dei o cuzinho pro seu filho... aiiii... o pinto dele é pequeno... o teu é muito grosso... devagar, seu tarado... aiiiii... vai rasgar o meu cú...!! - eu gemia e falava.
Meu sogro, todo macho, me segurou pelos cabelos com uma mão e com a outra o meu quadril, e sem dó, foi fincando aquele pauzão até o talo. Eu já estava até tonta, de tão fundo que o pau entrou.
- Quer ser puta de verdade, Mônica?... tem que aguentar dar o rabo sem frescura, menina... vou arrombar esse cuzinho gostoso, sua cadela... quero você rebolando na minha pica, magrinha safada... dá esse cu bem gostoso... não gosto de puta fresca... rebola, cadela... senão vou te bater de cinta! - o Sr. Carlos falou isso e fiquei doidinha de tesão.
Senti os pêlos do púbis do meu sogrão tarado roçando no meu bumbum e tive certeza que ele estava todinho dentro de mim. Apesar da dor intensa, o tesão de ter um macho me dominando daquele jeito me incendiou de vez. Devagar comecei a rebolar, e ele então puxou meus cabelos bem forte mesmo.
- Rebola gostoso, cadelinha... vou arrombar esse cuzinho apertado... ahhh... que delicia de cu tem a putinha magrinha... rebola, vadia... gosto de puta bem vadia e você é dessas vagabundas que adoram ser dominadas, não é?... vou te ensinar a ser um cadela do jeito que eu gosto... dá gostoso pro teu macho, sua vagabunda!
Eu rebolava como uma louca, sentindo aquele pauzão enorme entrando e saindo com força do meu cuzinho arrombado. Meu sogro taradão batia na minha bunda sem dó.
- Uhhhhhhhhhhhh... meu deusssssss... mete bem fundoooooo... bem fundoooooo... vou gozarrrrrrrrr... vou gozarrrrrrr nessa picaaaa...!!! - falei e meu gozo chegou intenso e incontrolável.
Eu estava sendo enrabada por um macho de verdade, e adorando ser tratada como uma putinha. Os orgasmos eram contínuos e meu sogrão tarado me segurava firme e tampava minha boca para que meus gemidos de prazer não fossem ouvidos na frente da loja.
Depois de me foder do jeito que quis, meu sogrão tarado deu um urro e senti os jatos de porra fervente inundando meu cuzinho arrombado. O esperma dele funcionou como lubrificante, pois nessa hora a pica ficava deslizando dentro do meu ânus, pra dentro e pra fora. Quase chorei de prazer.
Gozei como nunca tinha gozado antes. Meu futuro sogro era um macho que uma putinha tesuda como eu estava precisando. Toda tarada eu jogava minha bunda empinada pra trás, pra sentir uma penetração total, sem deixar um milímetro daquele pauzão majestoso pra fora.
- Magrinha... você é gostosa demais!!! - meu sogrão tarado falou no meu ouvido e ficou engatado atrás de mim, até seu pau dar uma amolecida. Nessa hora fiz força e o pau dele foi saindo de dentro de mim. Senti a porra escorrendo do meu cuzinho arrombado pelas minhas coxas.
- Pronto, cadelinha! - meu sogro falou e deu um tapinha de leve no meu bumbum. - Já levou o que estava querendo... eu tinha certeza que eu ia te comer a hora que eu quisesse... é mais uma vagabunda na família... agora vem cá... deixa eu beijar essa boquinha!!
O Sr. Carlos falou isso e me puxou pra ele, me dando um delicioso beijo na boca. Eu me tremia todinha, entregue nas mãos daquele macho safado.
- Mônica, eu não sou bonzinho igual meu filho! Se eu te pegar de novo eu como sua buceta... está ouvindo? Eu vou tirar seu cabaço se ele ficar demorando demais! Você vai levar vara nessa xoxota até não aguentar mais! - meu sogro falou.
Minha bucetinha virgem até latejou ouvindo a voz de macho do meu sogro dizendo que ia tirar meu cabacinho. Dei um sorrisinho de putinha safada, abaixei meu vestido, peguei minha calcinha, que estava jogada no chão, e sai andando em direção ao banheiro, sentindo minhas coxas todas melecadas da porra que escorria do meu cuzinho arrombado.
Ao me lavar no banheiro, percebi o estrago que aquele pauzão cabeçudo do meu sogrão tarado tinha causado no meu cuzinho. Ele estava todo inchado e pegando fogo de tão quente. A água gelada da ducha higiênica deu uma acalmada, mas continuava ardendo muito.
Quando voltei para a loja meu sogro estava atendendo uma cliente e minha cunhadinha continuava conversando com as amigas. Tentei disfarçar, mas a forma como eu estava andando me entregou. Logo a Patricia veio falar comigo.
- Mônica de deusssss... parece que meu pai te arrombou todinha, minha amiga! Você está andando torta... pelo amor de deussss... vai ficar sentada um pouco! - a Patricia falou e segui seu conselho, pois meu cú estava todo dolorido, me causando até uma leve dor em uma das pernas.
Quando minha sogra voltou do médico, ela rapidamente se trancou com o maridão tarado no escritório da loja, e foi a vez da vagabunda gozar gostoso naquele pauzão delicioso. Meu futuro "sogrão" realmente era um macho espetacular, que dava conta de três putas taradas. Sim, eu era uma delas agora.
Meu cuzinho ardeu quase o dia todo, mas o tesão ainda era intenso, e meu corpo pedia mais sexo. Com certeza não era com meu noivo e sim com meu sogrão dominador, que sabia como tratar uma putinha metidinha e fresca como eu. O Sr. Carlos ainda ia arrebentar meu cú, e eu ia gostar muito.
A safadeza anda junto com a oportunidade, e foi então que, naquela noite, após meu "noivo" me levar pra jantar, ele me chamou pra dormir em sua casa, porque logo cedo ele iria viajar e queria dormir comigo ao seu lado.
Como sempre fazia, liguei pra mamãe dizendo que eu ia dormir na casa de uma "amiga" e fui tranquila com o Vitor para a casa dele.
Assim que chegamos à casa do meu "noivo", encontrei meu sogrão, a sogra e a cunhada no sofá assistindo um filme, como uma família muito bem comportadinha.
Fomos para o quarto do meu noivo e rapidamente já estávamos sem roupa. Desta vez precisei ser esperta. Antes que ele resolvesse me colocar de quatro na beira da cama pra foder meu rabo, como ele sempre fazia, e percebesse meu cuzinho ainda todo inchado da enrabada que eu tinha levado à tarde do pai dele, deitei-o na cama e comecei a mamar no seu pau bem gostoso.
- Gozaaaaaaa... meu gostosão... goza na boca da sua putinhaaaaa... - eu falei, provocando o Vitor. Não demorou e ele encheu minha boquinha de porra quentinha. O coitado ficou tão fraco que não demorou quase nada pra dormir em seguida.
No dia seguinte meu "noivo" acordou bem cedinho. Até achei que ele ia dar uma rapidinha no meu rabo antes de sair, mas isso não aconteceu, e ele foi viajar me deixando sozinha na cama completamente nuazinha. Meu cú já tinha voltado ao normal e eu já estava pronta pra outra rodada de pica.
Voltei a cochilar e foi então que senti um calor intenso na minha bucetinha. Quando entreabri os olhos levei um susto. - Seu Carlossssss... o que?!? - falei assustada ao vê-lo entre minhas coxas. O taradão estava lambendo e sugando meu grelo de um jeito que logo me levou à loucura.
- Gosta disso, magrinha?... gosta de ser chupada, não gosta? - meu sogro falou e chupou minha buceta com muita vontade mesmo. Abri minhas pernas ao máximo e comecei a rebolar na boca do safado. - Simmmmmmm... gosto muitooooooo... chupa mais... assim... ohhhhhh...!!
Não demorou nadinha pra eu me contorcer todinha e gozar deliciosamente na boca do Sr. Carlos. Fui uma gozadinha tão gostosa que cheguei a babar pelos cantos da boca. Ele me olhou e riu, me vendo toda descabelada e vermelha.
- Que sogro mais tarado que eu tenho... o filho nem acabou de sair e já tá lambendo minha bucetinha virgem... e se minha sogra e sua filha putinha acordarem e pegarem a gente aqui?... desse jeito?... seu louco taradão! - falei e ele nem se importou.
Meu sogrão tarado então se deitou em cima de mim. Seu pau duro, quente e todo babado deslizou entre os lábios da minha bucetinha virgem, roçando no meu grelo inchado e duro. - Seu Carlos... a gente não pode... a Patriciaaa... a D. Andreia... elas vão ouvir... vamos fazer na loja, vamos? - falei um pouco desesperada.
- Não se preocupe com isso, cadelinha... tá tudo dominado... elas sabem que eu vim te comer... vou tirar esse cabacinho que tá atrapalhando a putinha a gozar mais gostoso... agora cala essa boca... e se prepara pra levar pau do teu macho... sua cadelinha viciada! - meu sogro falou no meu ouvido, dando beijinhos no meu pescoço.
- Aiiii, sogrão... você vai mesmo tirar meu cabacinho?... como vou explicar isso pro seu filho?... sempre falei que ele só ia tirar meu cabaço quando se casasse comigo... deixa eu dar primeiro pra ele... depois você me come... come meu cuzinho igual ontem... eu adorei dar o cu pra você... por favor... vamos só por trás mesmo! - falei, tentando fazer ele desistir de meter na minha bucetinha virgem.
Meu sogrão deu um sorriso safado, levantou minha duas pernas, me arreganhando toda. Nessa posição minha buceta ficou toda exposta para ele. Eu vi os olhos do taradão brilhando, com vontade de enfiar aquela rola na minha xoxotinha virgem, quentinha e apertadinha.
- Larga de frescura, menina... vou te comer todinha... pode ter certeza... eu sei que você vai conseguir enrolar o coitadinho do meu filho... agora chega... minha vara tá louca de vontade de sentir essa bucetinha tesuda... vou ser teu macho, sua vadia... dá gostoso pra mim! - ele falou e vi que não tinha como escapar.
Vi meu sogro passar um gel na cabeça da rola e em toda a sua extensão. Em seguida ele passou o gel também no meu grelo e na entradinha da minha grutinha. Nossaaaaa!! Que gel mais geladinho. Depois ele voltou a me beijar, lentamente. Na hora não entendi aquela demora proposital.
- Hummmmmm... o que você passou na minha buceta? - perguntei a ele depois de uns dois minutos. Minha xoxotinha estava pegando fogo, latejando, piscando, e isso estava me provocando sensações deliciosas. Fiquei com tanta vontade de meter que voei pra cima do meu sogro.
- Quer me comer, quer?... seu tarado safado... vem comer minha buceta... tira minha virgindade... pra eu te dar todos os dias... vem, meu safado gostoso...!! - falei e meu sogro encaixou a cabeça da rola na entradinha da minha xoxotinha.
- Me come, seu tarado pervertido... tira meu cabaço logo... eu também tô louca de vontade de dar pro meu sogrão tarado... me fode bem gostoso... igual o senhor come a sua filha puta e sua esposa vagabunda... mete esse pauzão... me arromba... me fodeeeeeeeeeee!
Meu sogrão deu uma fincada forte e em segundos minha virgindade tinha ido embora. Aquele pauzão enorme abriu caminho entre as paredes da minha bucetinha que, toda tesuda, se alargava pra receber o macho que ela sempre desejou.
Que delicia sentir um pau enorme e grosso enterrado até o talo dentro de mim. A dor que senti desapareceu em poucos segundos e, como uma puta que sabe o que deve fazer pra agradar o macho, logo eu rebolava como uma profissional.
- Ahhhh... que pauzão gostoso, sogrão... fode sua nora putinha, fodeeee... me come... soca com força nessa buceta... fode ela... fode... ahhhhhh... delíciaaaaaa... hummmm... mete bem forte... me comeeeeeeeeeeee! - eu gemia e falava, enquanto meu sogro me castigava na rola dele.
- Issoooo... sua cadela... vagabunda... rebola, cachorrinha safadaaaa... ahhh... que putinha mais safada e tarada... dá gostoso, magrinha safada... rebola na pica do teu macho, vagabundinha linda! - meu sogro falava e eu me arrepiava todinha.
Ele logo me colocou de quatro e começou a me comer por trás. Empinei minha bunda ao máximo e rebolei na pica dele, enquanto ele aproveitava pra estapear meu bumbum sem dó. - Ohhhhhhhhhhhh... safadoooooo gostosooooooo... vou gozarrrrr... vou gozarrrrrrr... uhhhhhhhhhh... - soltei uns gritinhos e me desmanchei de prazer.
Os gozos chegaram intensos e repetidos. Eu gemia alto e gritava de prazer, sendo comida por aquele macho gostoso. Meu sogro gozou tanto na minha buceta que parecia que ele ia ter um troço. Ele puxou meus cabelos com tanta força que gemi igual uma gatinha no cio.
Devagar fomos nos acalmando, e quando me dei conta, minha sogra e minha cunhadinha estavam de pé ao lado da cama assistindo meu desvirginamento. Nem acreditei. As duas putas estavam peladinhas, e se masturbavam sem nenhum pudor.
Após verificar que eu estava fraca demais para continuar, meu sogro fez sinal para as duas se aproximarem. A D. Andreia veio e começou a beijar a boca dele, enquanto a Patricia chupava sua rola, bebendo o restinho de porra que ainda saia. É claro que ela estava sentindo o gosto da minha buceta no pica do pai dela. Que loucura!
Olhei de pertinho e vi uns sinais de sangue no cacete do meu sogro. Era da minha ex-bucetinha virgem. E a Patricia nem se preocupou com isso, e chupou o pau até deixá-lo limpinho e bem duro novamente.
Em seguida meu sogro colocou minha sogra e minha cunhadinha lado a lado na cama, com suas bundas empinadas e passou a foder as duas com vontade. Ele enfiava na buceta de uma, dava umas dez bombadas e passava para a outra.
As duas gemiam e davam gritinhos de prazer e também levavam tapas bem dados na bunda. Eu continuei sentada bem pertinho delas, só assistindo, toda tesuda, já querendo participar também daquela sacanagem que me excitava demais.
- Vem, magrinha! Fique de quatro igual a elas, minha cachorrinha... vou comer teu cu agora... quero gozar no teu rabo, sua puta safada! - o Sr. Carlos falou e nem esperei. Fiquei de quatro, com a bunda bem empinada.
Nessa hora aconteceu algo que eu jamais imaginaria. A D. Andreia veio de um lado e Patricia do outro. Logo as duas começaram a beijar minha boca. Nossaaaaaaaa!! Elas começaram a brincar com suas línguas na minha boca no exato momento que a pica do meu sogro encaixou na entradinha do meu cú.
- Ahhhhhhhhhhh... deus do céu... vocês vão me matar assimmmm...!! - gemi quando o pau deslizou pra dentro do meu rabo, me rasgando todinha. Vi estrelas, e doeu bem mais que na bucetinha. Mas aguentei firme, como uma puta de verdade.
- Goza, querida... goza no pau do nosso macho!! - a D. Andreia falou no meu ouvido, enquanto a Patricia praticamente mamava nos meus lábios. Foi demais pra mim. Gozei como louca. Nesse dia aprendi que eu gozava muito mais gostoso pelo cú do que pela buceta.
A loja naquele dia demorou um pouco mais pra ser aberta, pois meu sogrão teve que saciar o tesão de três vagabundas taradas e insaciáveis. O interessante é que nem a D. Andreia nem a Patricia davam o cú para o Sr. Carlos. Depois que elas viram ele metendo no meu cuzinho, as duas ficaram viciadas em sexo anal também.
A minha única preocupação era como fazer pra enrolar meu "noivo" sobre minha virgindade, mas isso resolvi rapidinho quando minha mestruaçao do mês chegou. Levei-o ao motel e tipo "sem querer querendo" fiz ele errar meu cú e enfiar na buceta.
Pra tornar tudo mais real, dei um gritinho falso de dor e quando o sangue desceu ele acreditou que tinha tirado meu cabacinho. Nem foi tão difícil fazer aquela cena toda.
Isso já faz quase dois anos. Eu e o Vitor estamos casados. Quando ele viaja meu sogrão é o meu macho oficial. Eu, minha sogra e minha cunhadinha fazemos de tudo pra tornar nosso macho pauzudo cada vez mais feliz, para que ele possa nos fazer gozar cada vez mais gostoso.
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Meu sogro tirou o meu cabaço. Escorreguei e caí na rua de pernas abertas, mostrando a minha calcinha para todos verem, que vergonha. Fico louco quando vejo as calcinhas da minha sobrinha no varal da casa dela. Senti o pau entrar bem fundo no meu cuzinho apertado. Estou apaixonado por uma moreninha linda que trabalha ao lado da minha empresa, ela tem a bunda muito redondinha e gostosa, fico só imaginando como o cuzinho dela deve ser apertadinho e cheiroso. Minha nova secretária gosta de dar mais o cú do que a buceta. Minha professora entrou na sala de calça legging bem coladinha, mostrando o risquinho da buceta, todos os alunos foram à loucura, pensem no tanto de punheta que nós batemos.
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Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
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