Apesar das minhas insistências em usar preservativo, o Sr. França conseguiu mexer tanto com a minha cabeça que acabei deixando ele enfiar um pouco em mim, sem camisinha mesmo. Eu sabia que aquilo era errado, mas perdi minhas forças quando ele começou a bombar minha buceta de baixo pra cima.
Então me soltei e deixei ele enfiar tudo, até o talo. Gememos juntos na hora. Deus do céuuuuu!!! O pau dele entrou rasgando, me deixando toda preenchida com aquela rola enorme. Doeu um pouco, mas logo dei até uma rebolada gostosa nele e comecei a cavalgar mais rápido.
- Ohhhhhh... que pau gostosooooooo... mete, Sr. Françaaaaaa... mete nessa bucetaaaaaaa... meteeeeeeee... meu marido vai gostar de saber que gozei nesse pauuuu.... igual uma putaaaaa... meu deusssssss... ahhhhhh...!! - gemi deliciosamente e comecei a falar essas besteiras, olhando bem nos olhos daquele negro safado e pauzudo.
O Sr. França gostou de me ouvir falar isso e me segurou firme pelas nádegas. Agora as mãos dele me ajudavam a subir e descer em seu pau enorme e escorregadio. Meu gemidos foram ficando mais altos e o inevitável aconteceu.
- Vou gozarrrrrr... vou gozarrrrrr... meu deussssssss... não paraaaaaa... não paraaaaaaaa...!! - soltei uns gritinhos e comecei a me tremer toda. Um arrepio percorreu minha espinha e fechei os olhos. Gemi gostoso ao gozar na pica do Sr. França.
Enquanto eu gozava, cheguei até a esquecer do meu marido. Naquele momento eu era a mulherzinha do Sr. França, a taradinha dele, a puta safadinha que queria aquela pica pretona toda dentro de mim. - Ahhhhhhhh... que deliciaaaaaaaaaa... nunca gozei tão gostoso... goza também... goza... goza dentro de mim... - falei tentando recuperar meu fôlego.
Nem precisei falar duas vezes. O Sr. França me abraçou forte, deu umas cinco bombadas bem fundas e começou a gozar dentro de mim. Ele quase urrava de tesão, enquanto eu sentia o corpo dele tremer e jorrar aquele esperma quentinho dentro da minha buceta. A cada espasmo que ele tinha mais porra saía daquele pau cabeçudo.
Fiquei abraçada com ele até ele eliminar tudo que tinha de porra. Eu sentia minha buceta toda lambuzada de esperma. Depois de alguns segundos eu fui saindo de cima dele lentamente. Quando tirei o cacete dele de dentro de mim, uma grande quantidade de esperma saiu junto, derramando sobre sua barriga e escorrendo pelas minhas coxas.
Ele ficou olhando e falou: - Nossaaa!... Há quanto tempo eu não dava uma trepada destas! Ainda mais com uma gostosa como você, loirinha!! Só tenho pegado coroas ultimamente... você ainda está bem apertadinha... vamos ter que dar um jeito nisso até a hora de irmos embora!
Eu olhei pra ele sorrindo, e ele continuou, todo safado: - Sabe, você não é a única casada branca que dá pra gente... aqui perto de vocês tem um casal, uma ruiva... ela dá para a peãozada sempre, mas com o marido vendo.
- Ela é bem bonita também! - ele continuou. - Mas não tanto quanto você, dona Vivian! Sempre quando somos contratamos por gente como vocês, brancos, no começo vocês nos olham com nojo e desprezo, mas depois que mostramos nossa força e o tamanho das nossas gebas, vocês ficam doidinhas, é sempre assim!
Na hora eu não acreditei muito, e achei que o Sr. França só estava tentando me impressionar. Mas nem precisava. Depois de gozar naquela pica preta, eu ia dar pra ele sempre que ele quisesse. Bastaria ele estalar os dedos.
Ele se levantou e ficou olhando meu corpo. Me virei de bruços pra ele me admirar um pouco mais. Ele então se vestiu e, quando passou por mim, abriu minha bunda e olhou como estava a minha boceta. - Aí sim, hein!! Olha meu leitinho saindo aqui! Que maravilha! - ele falou e me senti totalmente depravada.
Depois de abrir minha bunda e ficar vendo seu esperma saindo de dentro da minha buceta, o Sr. França finalmente deu um beijo no meu bumbum e saiu. - Pede para o Beto entrar... quero ver se ele é tão bom quanto o senhor! - falei e o Sr. França saiu todo sorridente.
O Beto entrou no quarto e eu ainda estava na mesma posição, deitada de bruços e com as pernas levemente abertas. Ele se sentou na cama, abriu bem minha bunda e ficou olhando para a minha bucetinha. Com certeza ainda devia estar inchadinha da surra de pica do Sr. França.
Depois de beijar minhas costas e meu bumbum, o Beto pegou na minha cintura e levantou um pouco o meu quadril: - Mas que coisa linda!... Que gostosaaa!! Gostou da rola preta, dona Vivian?! Agora é que você vai se apaixonar por pica preta mesmo!
Com meu quadril levantado e bunda bem empinadinha, o Beto se posicionou atrás de mim, colocou a cabeça da rola na entrada da minha buceta e foi enfiando lentamente. À medida que a pica ia entrando ele ia soltando o peso, até ficar deitado em cima de mim.
- Ahhhhhhhhhhh... seu safadooooooo... queria me comer, não queriaaaa???... então come agora, Betoooooo... come a mulherzinha do patrão... come, safadoooooo... seu taradoooooooo...!! - gemi e falei, enquanto ele enfiava bem fundo na minha periquita apertadinha.
- Sim... minha delíciaaaaaaa... eu estava morrendo de vontade de te foder, putinha gostosaaaaaaa... você gosta de uma rola preta, não gosta?... eu sabia que você queria dar pra mim, dona Vivian...!! - o safado falava no pé do meu ouvido e eu me tremia todinha.
Nossaaaaaaaa!! Nunca imaginei que dar para o Beto ia ser tão gostoso. Todos os pelinhos do meu corpo estavam arrepiados e eu gemia como uma gatinha no cio, sentindo o bafo de cachaça dele na minha nuca e aquela pica deliciosa entrando em mim cada vez mais fundo.
Logo ele pediu para eu pegar o travesseiro do meu marido e colocar embaixo do meu quadril, para me acomodar melhor. Fiz o que ele pediu e me posicionei melhor também. Continuei de bruços, mas meio de ladinho, e ele subiu em cima de mim novamente.
Soltei um grito quando ele me penetrou novamente, mais fundo ainda. O pau dele entrava apertado, e só estava entrando fácil por causa da porra do Sr. França, que funcionava como um lubrificante. - Betoooooo... devagarrrrr... está indo muito fundoooooo... dói...! - falei, mas ele pareceu não ouvir.
Ele continuou metendo como um animal, me agarrando fortemente, beijando minha nuca e falando umas putarias no meu ouvido. Meu deusssssss!!! Fechei os olhos e me preparei para gozar novamente. Mas ele não deixou. Uma enfiada bem funda encostou no meu útero e a dor foi terrível.
- Aiiiiiiiiiiii... meu deusssssss... não vai tão fundooooooo... chegaaaaa... por favor... está doendoooooooo, Betooooooo!!... - falei e tentei tirá-lo de cima de mim. Ele não deixou eu sair. Em vez disso me segurou firme, cruzando as pernas dele às minhas.
- Foi no útero, foi???... fala que encostei no seu útero, loirinhaaaa... é aqui que vou gozarrrr... bem na portinha do útero... nunca sentiu até aqui, né?... por isso não engravida, dona Vivian! - o safado falou e fiz um "não" com a cabeça.
- Então goza, Betooooooooo... goza bem dentro mesmo... goza bem dentro da minha bucetaaaaaa... safadooooooo... cachorro safadoooooooo... come a sua cadelinhaaaaaa... come a cachorrinha do patrãooooooo...!! - gemi desesperada e o provoquei ainda mais.
Meu deusssss!! Ele começou a socar em mim, sem dó. Com uma mão ele tocava nos meus seios, e mordia e lambia o meu pescoço. Logo comecei a gemer muito e cada vez mais alto. Os dois garotos não aguentaram esperar na sala e entraram no quarto também.
Que loucuraaaaa!! Agora o Beto ia me foder de verdade mesmo. Ele não ia querer fazer feio na frente dos dois garotos. O Adilson e o Pedrinho já estavam nus e se masturbando de leve. Suas picas estavam enormes, doidos para meterem em mim também. Eles se sentaram na cama e ficaram me vendo foder com o Beto.
Transar na frente de outras pessoas era uma coisa que eu nunca tinha feito. E meu tesão foi às alturas. O Beto me segurou com força e metia com tudo. Eu nunca tinha transado com tanta intensidade assim, e cheguei a um orgasmo incrível, soltando gritinhos de tesão e tremidinhas por todo o meu corpo.
Gozei deliciosamente, falando umas putarias que eu nunca tinha falado nem para o meu marido. Os garotos riam, parabenizando o Beto: - Aí, Betão! Detonando a patroa, heim?... goza nessa vadia agora, cara!!.. Faz um filho nessa aí também!
Confesso que eu senti um tesão enorme ouvindo aquilo. Rebolei meu corpo o máximo que pude e o Beto começou a acelerar as enfiadas e logo anunciou que iria gozar. Ele me mandou olhar pra ele e responder se eu queria dentro ou fora.
- Fala, gostosa... vou gozar na entradinha do seu útero... quer dentro, quer? - ele me perguntou, olhando bem nos meus olhos. Que loucura!!!! Eu, hipnotizada de tesão, fiz um "sim" com a cabeça. - Fala alto, loirinha!!! Quer que eu goze dentro? - ele insistiu.
- Sim..., pode gozar dentro de mim! Eu quero que me esporre toda! Deixa minha buceta cheia da sua porraaaaaaa... safadoooooo!! - gritei sem qualquer pudor. Ele acelerou e começou a gemer, me abraçou com força e o seu corpo tremia.
Foi uma sensação incrível. Eu sentia seu enorme pênis pulsando dentro de mim, seu líquido quente esguichando bem na entrada do meu útero mesmo. Olhei para os garotos, que me olhavam sorrindo e se masturbando. O Beto ainda metia em mim devagar, colocando tudo que tinha dentro da minha buceta.
Depois de gozar o Beto ficou deitado em cima de mim, abraçado comigo. - Então, loira? Como é dar pra um negão, heim?! Mostra para o patrão como ficou!... - ele falou, todo safado. Em seguida ele deu uns beijos no meu pescoço e, virando meu rosto, me beijou na boca, de língua.
Nessa hora os dois garotos vibraram com a cena. Enquanto estava me beijando, o Beto foi se levantando e seu pau foi saindo de dentro da minha buceta, lentamente. Quando ele tirou tudo eu senti sair uma coisa quente de mim. Era a porra dele escorrendo para fora, melando minhas coxas.
Muito safado, o Beto me segurou pela cintura e foi me puxando pra cima, até eu ficar de quatro. Ele deu uns quatro tapas bem fortes na minha bunda e disse: - Ah, que coisa linda!! Sujou o travesseiro do patrão, heim? Ele vai ter que dormir com a cabeça no molhado!
Não falei nada. Apenas olhei por debaixo do meu corpo para ver os últimos pingos de porra que desciam pela minha porra. E foi nessa hora que um dos garotos, o Adilson, já se posicionou atrás de mim. - Nãoooooooo... por favor... espera só um pouquinho, Adilson... estou muito cansadaaaa!! - falei, olhando para ele por cima do ombro.
- Eu não estou aguentando mais, dona Vivian!! Vai ser rápido! - ele falou e me segurou firme pelo quadril. De quatro, tentei me empinar o máximo possível, me apoiando nos meus cotovelos. - Ohhhhhhhhhhhh... devagarrrrrrr... mete devagarrrrrr...!! - gemi quando o pau do Adilson entrou deslizando na minha buceta.
Ele estava com tanto tesão que não me comeu nem uns 5 minutos. Gemendo como um louco, o Adilson beijava minha nuca e me abraçava forte, enfiando e tirando a pica em um rítmo acelerado. Logo ele gozou bastante também. O pau dele cuspiu porra quentinha dentro de mim e me fez ficar toda arrepiada.
- Quero ela de frente...!! - o filho do Sr. França, o Pedrinho, disse quando o Adilson finalmente me soltou. Saí da posição de quatro e me deitei de barriga para cima, com as pernas bem abertas. Nossaaaaaaa!! Nessa posição eu estava totalmente escancarada.
O Beto segurou uma de minhas pernas e o Adilson segurou a outra. O Pedrinho não quis perder tempo. Se deitou em cima de mim e enfiou tudo. Soltei um grito quando a pica dele encaixou todinha na minha xoxota. Quando ele me penetrou e começou a bombar, fazia bastante barulho na minha buceta, devido à quantidade de porra que estava dentro nela.
Para minha sorte, o Pedrinho não demorou muito. Foi igual ao Adilson, bem rápido, e quando ele gozou nós dois gemíamos bastante. Quando terminou de gozar, o Pedrinho me pediu um beijo na boca e eu dei. Beijei a boca dele carinhosamente, chupando seus lábios e deixando sua língua brincar com a minha.
Quando o Pedrinho finalmente afastou sua boca da minha, me esparramei na cama, muito cansada e tonta. O Beto e o Adilson já tinham soltado minhas pernas e estavam vestindo suas cuecas. - Eiiiiiii... o que é...?!?!? - me assustei quando o Sr. França chegou de repente e começou a passar a cabeça da rola nos meus lábios.
- Chupa, loirinha... chupa até eu gozar nessa boquinha linda!! - o Sr. França falou e os outros três riram à vontade. Nossaaaaaaaa!! A pica dele já estava dura e enorme novamente. Por um segundo pensei nas minhas opções. Se eu não chupasse a pica dele, ele ia meter em mim novamente. E minha buceta estava muito dolorida.
Abri a boca e engoli a rola do Sr. França. Ele gemia deliciosamente e me chamava de um monte de nomes que nem me lembro. Enquanto isso o Beto falou:
- Vocês são todas iguais, dona Vivian! Se casam com os brancos pelo dinheiro, mas rola mesmo, gostam é de negão! Mostra pro seu marido como você ficou... e, se ele quiser ver, da próxima vez a gente deixa. Os outros maridos sempre gostam de ver a peãozada mandando ver nas esposinhas deles!
O Beto mal terminou de dizer isso e o Sr. França gozou na minha boca. Fiz cara de que ia cuspir mas ele me segurou e me forçou a engolir tudo. Muito fraca eu nem protestei. Engoli tudinho e ainda chupei os últimos pingos de esperma que saiam da cabeçona da rola dele.
Finalmente eles terminaram de se vestir, pegaram suas coisas e saíram. Fiquei deitada um pouco para me recuperar, pensando no que tinha acabado de acontecer. Olhei para a nossa cama, a mesma cama que eu dormia com o meu marido, e na qual eu tinha acabado de dar para quatro machos safados.
Peguei o travesseiro do meu marido e vi que ele tinha uma marca enorme de porra, que tinha saído da minha boceta. Na hora imaginei meu marido com a cabeça naquele travesseiro, cheirando a porra dos peões enquanto dormia. Que loucura!!!
Peguei meu celular e mandei uma mensagem para o Felipe: - Amor, acabou! Vem logo... beijo! Liguei a TV e fiquei esperando ele na cama mesmo, ainda nua e sem me limpar.
Quando ele chegou, ele foi direto para a cozinha. Me enrolei na toalha e fui ao seu encontro. Ao andar eu sentia mais esperma descendo pelas minhas pernas. Meu marido estava sentado tomando água, e parecia bem bêbado.
- E então, Ví? Como foi? - ele perguntou, fazendo cara de poucos amigos. Parei na frente dele, me virei de costas, abri um pouco as minhas pernas e falei: - Amor, não deu pra segurá-los... olha o que fizeram comigo! Ele levantou a toalha e eu me empinei um pouco.
O Felipe suspirou na hora e soltou um gemido de tesão quando viu minha buceta vazando esperma. Ele parecia sem ar. Deixei cair toda a toalha, me virei pra ele, e dei-lhe um beijo na boca, bem apaixonado. Fiquei em pé na sua frente, esperando sua reação.
Ele olhou mais um tempo a minha boceta e foi subindo o olhar até os meus seios, que estavam vermelhos das chupadas do Sr. França. Olhei para eles também e o olhei nos olhos, sorrindo. Em seguida peguei sua mão e o puxei para o quarto.
- Vem, amor! Vem ver mais de perto... vou cuidar de você agora! - falei. Ele nem falava nada. Eu fui andando na sua frente de forma bem sensual, rebolando suavemente minha bundinha carnuda e arrebitada. Me deitei na cama, falei pra ele se deitar de barriga pra cima. Então fiquei de quatro e comecei a chupá-lo deliciosamente.
Meu marido soltou gemidos de prazer ao sentir minha boca quentinha na sua pica já completamente dura. Fui virando minha bunda para que ele pudesse ver minha boceta inchadinha e melecada. Ele abriu minha bunda e eu me arreganhei mais.
Logo ele enfiou um dedo em mim e começou a me masturbar. Nossaaaa!! Fazia bastante barulho por causa dos movimentos dos dedos dele e o esperma dos rapazes. - Amor, tira tudo daí... eles me encheram de porraaaaa... limpa tudo, limpa!... - falei para o Felipe, toda dengosa.
Ele acelerou os movimentos e quase gozei em seus dedos. Mudei a posição das pernas para que minha boceta ficasse de frente para o rosto dele, e deixei minha xana bem próxima do seu rosto. Ele devia estar sentindo o forte cheiro das esporradas dos rapazes.
- Amor, está vendo o que eles fizeram? Você tem que limpar agora!! - falei e fui descendo a minha boceta toda melecada até a sua boca. Ele deu um beijo na entradinha dela. Hummmmmmm!! Soltei um gemido e me abaixei mais.
Ele enfiou um pouco a língua dentro e começou a chupar. Eu gemia bastante e quase não conseguia chupá-lo também. Eu sentia muito tesão de estar sendo chupada pelo meu marido depois que quatro homens tinham gozado em mim. Era a primeira vez que eu sentia isso e logo cheguei ao orgasmo.
Ele parou de me chupar e só lambia a entrada da minha xoxotinha. Voltei a chupá-lo agora com tudo, e rapidamente ele gozou na minha boca. Engoli tudo e fiquei mamando até sair todo o restinho. Depois saí de cima dele, me deitei ao seu lado, olhei pra minha buceta e falei:
- Amor, você deixou ela bem limpinha, hein? Beijei-o na boca novamente, misturando o seu esperma da minha boca com o que estava na boca dele. Foi lindo. Quando acabamos, falei pra ele: - Amor, eles deixam você ver da próxima vez... você quer ver? Vai ser no Natal, ok?!
Ele concordou. Era 21 de dezembro, e a próximo foda com o peões aconteceria na noite do dia 24 para 25, na presença do meu marido. Nos levantamos e fomos tomar banho juntos. Nos beijamos muito e ele me lavou toda. Quando voltamos ao quarto ele tentou de todas as formas me comer. Mas eu não dei. Minha buceta já estava reservada para os quatro peões.
[Continua em: "Aliviando os funcionários - Parte 7"]
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Dei minha buceta para dois homens ao mesmo tempo. Tenho curiosidade em fazer dupla penetração. Gozei com um pau na buceta e outro no meu cú. Deixei meterem em mim com uma venda nos meus olhos. Tenho a fantasia de transar algemada e com uma mordaça na boca. Se pagar bem eu deixo fazer tudo o que você quiser comigo, é sério. Gozar dentro eu não deixo não, não sou nenhuma idiota, tá? Falei para o meu tio que eu ainda era virgem e ele ficou louco de vontade de me comer. Estou guardando a minha buceta para o meu futuro marido, deixo me comer só no cuzinho. Fui contratada para transar com o pai e seus três filhos. O homem queria comer o meu cú, mas deixei ele meter só na minha buceta. Gozei tanto durante a transa que desmaiei e só acordei no dia seguinte.
Comentários para esta publicação
Ainda não há comentários para esta publicação. Seja o(a) primeiro(a) a comentar.
Deixe o seu comentário
Participe desta publicação deixando o seu comentário. Recomendamos que não coloque e-mails ou números de telefones, pois esses dados, uma vez tornados públicos pelo Google ou outros sistemas de busca, podem ficar anos disponíveis na Internet, mesmo sendo removidos do nosso site a pedido das pessoas envolvidas.
Dê uma nota para esta publicação
Que tal motivar o(a) autor(a) desta publicação a continuar escrevendo? Deixe sua avaliação. Ela é muito importante para que os visitantes do site tenham acesso às publicações melhor avaliadas.
Você gostaria de publicar contos eróticos?
Você também gosta de escrever contos eróticos? Que tal publicar seus contos eróticos aqui no nosso site? Temos espaço para você escrever seus contos eróticos, experiências sexuais, segredos proibidos, desejos proibidos, confidências de sexo, dúvidas e respostas de sexo, diário de aventuras e muito mais.
Seu texto é publicado na mesma hora, sem moderação e sem aguardar aprovação. E nossos visitantes já começam a ler de imediato, comentando e avaliando sua publicação.
Não perca tempo. Junte-se a nós na melhor comunidade de conversa sobre sexo na internet. Ah, e nossos usuários estão trocando mensagens aos montes. Quem sabe você não encontra aqui aquela transa gostosa (virtual ou real) que você tanto espera.
Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
Onde estão os sites Estórias de Sexo e Classificados de Sexo?
O site Chat de Sexo chatdesexo.com.br é uma junção dos sites Estórias de Sexo estoriasdesexo.com.br e Classificados de Sexo classificadosdesexo.com.br. Por várias anos esses dois sites apresentaram os melhores contos eróticos e as melhores estórias de sexo na internet, além de trazerem classificados de sexo para troca de casais, homem procurando mulher, mulher procurando homem, garotas de programa, acompanhantes, homens mais velhos procurando novinhas, novinhas procurando homens mais velhos e muito mais.