Meu nome é Letícia e este é um segredo que guardo comigo e que sempre vou guardar. Não que eu me envergonhe daquilo que fiz. Mas, porque vivemos num mundo cínico e de falsos moralistas, e isso acaba se tornando um assunto tabu.
Escolhi este site para compartilhar uma experiência que vivi durante cinco anos, ou seja, a mesma quantidade de anos que duraram a minha licenciatura e a minha pós-graduação.
Vinda de uma família da classe média alta, quando terminei o segundo grau, com 18 anos, porque eu já tinha juntado um bom dinheiro trabalhando nas férias, e também por desentendimentos familiares, resolvi ir fazer o meu curso superior no estrangeiro, e às minhas custas.
Meus avós eram franceses e eu dominava bem a língua francesa. Por isso escolhi uma universidade em Paris para me formar em Psicologia. Minhas reservas eram poucas e a ajuda familiar era zero. Então decidi que, quando eu chegasse na França e depois de confirmar a inscrição no curso, eu iria procurar emprego.
Arranjei um quarto modesto, em um desses alojamentos para estudantes e que era perto da universidade. Respondi a alguns anúncios. Um era para empregada de serviços de quartos num hotel, que aceitei, mas que só podia trabalhar aos fins de semana por incompatibilidade com os horários da faculdade.
Como nesse emprego de fim de semana eu ganhava muito pouco, aceitei também o outro, empregada de um restaurante no turno dos jantares. Eu trabalhava muito e ganhava muito pouco. Mas, como eu tinha direito de jantar, ia dando para sobreviver.
Na faculdade tudo corria muito bem e eu me sentia completamente integrada.
Continuei a responder a mais anúncios de emprego, sem grande sucesso. Aceitei um como faxineira nas limpezas de escritórios, num horário entre as 5 horas da manhã e as 8 horas. Era um horário compatível com as minhas aulas, mas duro para quem tinha que estudar, pois o turno da noite no restaurante só acabava por volta da meia-noite.
Assim eu aguentei durante seis meses, até que, vencida pelo cansaço, percebi que trabalhar tantas horas não estava sendo possível sem prejuízo dos meus estudos.
Uma noite conversando com um cliente habitual do restaurante chamado Michel, ele me disse que era sócio de um bar pub e que se eu estivesse interessada em trabalhar lá eu podia ganhar muito dinheiro. O meu trabalho seria servir bebidas e dançar. O horário seria das 9 da noite até às duas da manhã.
Ele então me falou de um ganho muito superior ao que eu recebia no conjunto de empregos que eu tinha. Como, ainda por cima, sempre gostei e gosto muito de dançar, na minha ingenuidade achei que aquilo seria o melhor de dois mundos.
Ele então me perguntou qual era o meu dia de folga e me convidou para jantar com ele e para ele me mostrar o bar. Aceitei e fomos jantar passados três dias. Durante o jantar o Michel fez muitos elogios à minha presença e beleza, dizendo que eu era uma mulher muito sensual. Gostei de ouvir.
Depois do jantar ele me levou ao bar e nos sentamos para tomar uns drinks. Na pista havia várias meninas dançando sozinhas e outras dançando com clientes. Todas elas estavam vestidas de uma forma muito reduzida e sexy. As meninas que dançavam com clientes o faziam de forma muito envolvente.
Nas mesas havia homens e meninas bebendo, conversando, alguns muito agarrados e outros se beijavam na boca prolongadamente. Eu nunca tinha estado num ambiente assim. Eu só conhecia discotecas, onde eu ia com os meus amigos e amigas. Eu também assistia a filmes, mas assim, ao vivo, eu nunca tinha visto.
E o ambiente era contagiante. Fiquei excitada. Sexualmente sempre me considerei uma pessoa normal, namoros, beijos, passadas de mão, e coisas assim. Contudo, eu era virgem e sem experiências mais ousadas.
O Michel disse que gostaria de me ver dançar sozinha e fui para a pista. Me envolvi com a música e comecei a ficar muito descontraída. Ao fim de alguns minutos um homem começou a dançar comigo, separados até o momento em que a música acalmou.
Então ele me agarrou e, à medida que a música continuava, ele ia me apertando cada vez mais, e comecei a sentir que algo entre as pernas dele ia endurecendo. Era uma sensação nova pra mim estar nos braços de um homem desconhecido. Confesso que eu me sentia bem e muito excitada.
Me deixei envolver e acho até que foi agradável. Quando a música parou, o homem me beijou na boca e me convidou para ir para a mesa dele beber com ele. Respondi que eu estava acompanhada, agradeci e nos despedimos com mais um beijo na boca, oportunidade na qual ele enfiou a língua na minha boca. Aquilo me deixou à mil por hora.
Voltei a me sentar ao lado do Michel, e ele disse que gostou muito de me ver dançar sozinha e acompanhada. Então ele disse que eu, ali, podia ganhar entre 200 a 500 euros por noite. Eu quase não acreditava, mas a ideia me agradou. Falei pra ele que eu não tinha roupa para me vestir como as outras meninas.
Na hora o Michel me falou que eu não devia me preocupar, pois ele pessoalmente faria esse investimento em mim, e que se eu pudesse, no dia seguinte ele ia comigo comprar o que eu precisasse. - Letícia, vou te apresentar ao gerente do bar e ele vai te entrevistar. Combinado? - o Michel me disse.
Fui apresentada ao Gerard, muito simpático e, enquanto conversávamos, parou a música. As pessoas saíram da pista e duas meninas iniciaram uma dança de pole dance, e acabaram fazendo strip tease. - Vem cá, vamos até o escritório! - o Gerard pediu e eu o acompanhei.
Já dentro de seu escritório o Gerard verificou os meus documentos, visto de permanência, e me fez muitas perguntas. Ele quis saber se eu não tinha problemas em me vestir como as outras meninas, ou seja, andar quase nua.
Ele também me falou que eu tinha que servir bebidas, dançar sozinha e acompanhada, fazer um strip por noite e beber com os clientes para obrigar eles a consumir. - Letícia, sei que é tudo novo pra você, mas eu preciso ver seu corpo! - ele me falou de repente.
Achei aquilo estranho, pois eu nunca tinha ficado pelada na frente de um homem. Tirei minha calça e minha blusa, ficando somente de sutiã e calcinha, e ele me olhou detalhadamente, pedindo pra eu me virar de costas pra ele, e ficar dando voltinhas.
Em seguida o Gerard falou que eu estava aprovada. E eu fiquei alivida por ele não ter pedido pra eu tirar minha calcinha, pois eu não estava depilada. Eu já estava toda vermelha e sem graça de calcinha, imagina como eu ficaria completamente nua. Meu rosto ia era explodir, de tanta vergonha.
Um pouco depois ele disse que queria me mostrar um corredor, com portas de ambos os lados e que davam acesso a pequenos reservados decorados com uma pequena mesa e um sofá grande. O curioso era que cada um desses reservados tinha uma barra para pole dance.
O Gerard então me explicou que aqueles reservados seriam para nós estarmos mais à vontade com os clientes. Eu já tinha algumas pistas, mas nesse momento fiquei com a certeza de que eu tinha acabado de ser contratada como garota de programa, acompanhante ou, de forma mais popular, prostituta.
Mas tomei a decisão de aceitar, pois a minha situação financeira não me permitia o luxo de ficar escolhendo muita coisa não. Combinei com ele que eu precisaria de uns quatro dias para me desligar dos meus compromissos de trabalho. E firmamos o nosso acordo.
Voltei para a sala onde o Michel ainda me esperava, e ele estava acompanhado por duas meninas. - Então, Letícia... já posso te apresentar como colega de trabalho? - ele me perguntou e respondi que sim. Nessa hora ele me deu os parabéns e ficou muito contente. Em seguida ele pediu mais bebida para festejarmos.
Um pouco mais tarde o Michel foi me levar até a minha casa e combinamos que, quando eu acabasse as aulas da parte da manhã do dia seguinte, ele iria me buscar para eu comprar roupas e depois almoçarmos. E tudo correu como planejado. Ele me pegou na minha casa e fomos para as lojas, que percebi que eram muito caras.
Ele então me ajudou a escolher e comprou pra mim uma enorme coleção de vestidos, blusas, mini-saias, sapatos de salto agulha (coisa que eu nunca tinha usado), tops e uma montanha de lingerie: soutiens, fio dental, bodies com acessos facilitados, ligas, meias, etc. Um monte de coisas que eu nunca tinha visto.
Acabei almoçando com o Michel nesse dia, em um restaurante luxuoso. Como ele me inspirava confiança, resolvi que eu deveria me abrir com ele. - Michel, as coisas estão indo tão bem... mas... estou com um problema! - falei, um pouco apreensiva.
- Letícia, problemas foram feitos para serem resolvidos. Estou aqui para isso! - ele respondeu, confiante, como ele aparentava ser desde o primeiro dia. - Eu... sou virgem ainda! - disparei e ele me olhou, com os olhos arregalados.
- Virgem?!?... quer dizer que... você nunca...? - Nunca, never, jamais! - falei sorrindo. - E o que é pior... além de ser virgem eu não tenho experiência com nada... e não quero passar vergonha na frente dos cliente, entende? - finalizei, um pouco mais aliviada por ter conseguido explicar a minha situação.
- Então, Letícia... acho complicado... porque alguns clientes vão querer... você sabe, né? - Sim, eu sei, Michel! - falei. - Não sou tão inocente assim. Eu já sei do se trata... e perder a virgindade não é problema para mim. - completei.
Ele ficou me olhando por alguns segundos, pensativo. - Veja bem... isso é complicado, Letícia... você é uma menina preciosa. Não seria bom você perder a virgindade com algum desses homens, entende? - o Michel me explicou. - Alguns são rudes, não sabem o que é necessário para uma primeira vez que não deixe a menina traumatizada.
- Eu sei... esse é o meu maior medo, sabe?... não quero ser machucada na minha primeira relação! - falei com dificuldades. - O que você sugere então? - Então, você quer perder sua virgindade comigo? - o Michel me perguntou, com um brilho nos olhos.
- Quero, Michel, quero que seja com você! - falei, sem receios. - Você já ganhou minha confiança e eu sei que você terá a paciência que preciso, afinal, é a minha primeira vez. E depois, eu sei que você vai me deixar bem confiante pra que eu não tenha problemas com o meu primeiro cliente.
Depois dessa conversa nós acertamos os detalhes. O Michel seria o meu primeiro homem, e só então eu estaria pronta para os meus encontros. E assim o almoço prosseguiu, com muito luxo, comida deliciosa e um bom vinho branco para completar. - Então, que horas você tem aulas hoje? - o Michel me perguntou quando terminamos de comer.
- Não tenho mais aulas hoje! - respondi. - Ué, vamos aproveitar então... quer ir para o meu apartamento? - ele me perguntou e aceitei na hora. Em seguida ele me perguntou se haveria algum problema em eu experimentar, pra ele ver, as roupas e acessórios que compramos. Eu, claro, falei que o faria com prazer.
Quando chegamos no apartamento do Michel eu falei pra ele que eu gostaria de tomar um banho antes, pois, como eu já estava há um bom tempo fora de casa, eu estava me sentindo um pouco insegura de deixar ele me tocar na região íntima. Ele falou que não tinha nenhum problema e me deu uma toalha e me levou até o seu banheiro, enorme e todo luxuoso também.
No banheiro eu aproveitei e, tirando o barbeador que eu tinha comprado no dia anterior, me depilei todinha, nas pernas, nas axilas, virilhas, periquita, tudo. Não era costume eu me depilar, eu apenas aparava meus pêlos da região íntima. Mas, eu tinha observado que as outras meninas do bar estavam todas lisinhas.
Terminei o meu banho e fui para a sala. E então foi como um desfile de moda. Nossaaaaa!! Quantas coisas bonitas eu tinha comprado. E o Michel me pediu para experimentar tudo. Comecei pelos vestidos, mini saias, blusas e tops. E ele só me observando e balançando a cabeça, mostrando sua aprovação.
Eu mal sabia andar com os vários saltos. Fiquei desengonçada no início, mas ele foi me ajudando com a postura e logo eu estava toda empinada, com o andar lindo e provocante. Então, mantendo sempre as sandálias de salto, eu experimentei soutiens, cintas de ligas, bodies e até fio dental das mais variadas cores e formas.
O Michel estava concentrado e sereno, mas eu ia ficando cada vez mais excitada. Comecei a perceber que minha periquita estava molhada, e pulsava, se contraindo em um rítmo delicioso. Quando eu estava só de fio dental, ele se aproximou, tocou meus seios, fazendo massagem ao redor dos meus mamilos e me beijou, na boca.
Fiquei louca. Era a primeira vez que eu estava quase nua na frente de um homem. Nosso beijo de língua foi demorado e profundo. Eu nunca tinha sido beijada daquela forma. Senti um calor invadir o meu corpo e levei minha mão no pau do Michel, por cima da calça dele. Nossaaaa! Estava duro igual uma pedra.
Pegar no pênis de um homem por cima da calça não era novidade pra mim, eu já tinha feito isso. Mas agora eu sentia uma enorme curiosidade de ver um pau de perto, e poder tocar nele. Me agachei na frente do Michel e abri a sua calça. Seu pênis saltou para fora, diante do meu rosto.
Não era o maior pênis do mundo, uns 18cm talvez, mas era grosso, cheiroso, bem cuidado, sem pêlos. Levantei meu olhar e procurei os olhos do Michel, e ele balançou a cabeça, dizendo que sim. Abri os meus lábios gentilmente e, instintivamente, abocanhei metade do pau dele. Hummmmm! Mesmo sem nunca ter chupado um pênis eu sabia bem o que fazer.
Chupei lentamente, passando a língua, beijando, e logo comecei a sugar a cabeça do pênis dele. Acho que o fato de estar sendo chupado por um virgem fez o Michel ficar mais excitado ainda, pois ele apertava minha cabeça contra o seu corpo, querendo que eu engolisse todo o seu membro. E eu estava louca. Senti que eu ia ter um orgasmo, pois minha xota não parava de babar.
- Letícia, sua boca é deliciosa... mas antes de gozar eu quero te dar uma aula de sexo oral... você se importa? - o Michel tirou o pau dele da minha boca e falou. - Claro que não... na verdade... é isso mesmo que eu quero! - falei com um sorriso.
Ele então me explicou os movimentos que eu devia fazer com a boca e com a língua. Me disse também que, enquanto eu chupasse, eu deveria olhar o parceiro olhos nos olhos e se o parceiro gozasse na minha boca eu devia engolir tudo. Treinei bem gostoso no pau dele, enquanto ele me falava sobre a pressão certa da minha boca, como deixar o oral mais molhado e tal.
- Ohhhhhhhhh... gatinhaaaaaaa... você... aprendeu... ahhhh... muito bem... estou... estou... ahhh... gozandooooooooo...!! - o Michel não aguentou e gozou na minha boca. Oh, que delícia ver que, pela primeira vez, eu tinha feito um homem gozar com sexo oral. E ele gozou muito mesmo. Minha boca se encheu rápido com o seu gozo, e o pinto dele não parava de cuspir mais esperma.
- Issooooooo... meu amor... agora engole tudo... engole toda essa porra, tá? - o Michel me falou, me deixando eli, na frente dele, com a boca cheia de esperma. Senti ânsia de vômito e eu queria muito correr ao banheiro e cuspir tudo aquilo pra fora.
Mas eu sempre fui uma menina esforçada nas coisas que faço. Assim, mesmo com medo de engasgar, fiz um último esforço e a porra dele desceu pela minha garganta, quase me sufocando, e foi parar tudo no meu estômago. Ufaaaaa! Não foi tão difícil quando eu achava que seria.
O Michel me deu um sorriso lindo quando eu abri minha boca e coloquei minha língua pra fora, pra ele ver que eu realmente tinha aprendido a engolir porra. - Agora vem cá, Letícia... quero provar essa sua xoxota! - ele falou e me deitou no sofá de sua sala.
Ele então começou a chupar os bicos dos meus seios, e foi descendo com a boca, passando sua língua pela minha barriga, até chegar no meu umbigo, onde ele beijou muito e enfiou a ponta da língua no meu umbigo, me provocando arrepios pelo corpo todo. E então ele desceu um pouco mais.
- Ohhhhhhhhhhh... Michel.. meu deussssss... que delícia, meu bem!! - deixei escapar quando a boca dele foi bem em cima do meu clitóris. Eu nunca tinha sentido uma sensação tão forte e tão boa. O Michel sabia mesmo como chupar uma menina. Depois ele me ensinou o prazer de um 69, pediu que eu me masturbasse na frente dele e também se masturbou na minha frente. Gozei uma quatro vezes ou mais, mesmo sem ser penetrada por ele.
Para adiantar o meu treinamento, o Michel me ensinou a masturbá-lo com os meus pés, e ninguém diria que eu viria a me tornar uma especialista em punhetas com os pés. - Como você só vai começar a trabalhar daqui uns quatro dias, Letícia... eu acho que podemos deixar novas experiências para amanhã! - ele me falou, beijando deliciosamente a minha boca.
- Por mim está bem! - falei, sorrindo. - Mas antes de você ir embora... quero gozar de novo... o que você acha? - o Michel me falou, já com o pau bem duro mesmo. Concordei e voltamos a nos pegar. Como eu já estava mais à vontade, ainda gozei mais duas vezes. O Michel, dessa vez, não gozou na minha boca. Em vez disse ele gozou no meu rosto e nos meus cabelos, e ainda espalhou sua porra nos meus seios.
Tomamos uma ducha juntos e fui direto para o restaurante, onde cheguei em cima da hora. Avisei que se eles pudessem me dispensar, eu gostaria de trabalhar lá mais dois dias somente. Eles foram simpáticos e concordaram em me dispensar naquele dia mesmo.
No fim de semana eu deixei o serviço de quartos do hotel e acabei também com o serviço de faxineira. No dia seguinte, depois das aulas na faculdade, eu fui ver o Michel no apartamento dele. Eu estava muito ansiosa e com uma expectativa de, finalmente, deixar de ser virgem e curtir a minha sexualidade ao máximo.
Depois de me exibir para o Michel, mais uma vez, com as roupas que tínhamos comprado, ele, muito meigo e muito querido, começou os preparativos para me desvirginar. Fomos para a cama, ele me beijou muito, chupou meus peitos, a minha xoxota, sempre muito suave e cauteloso. Depois ele pegou uma espécie de gel e passou na minha entradinha.
Nossaaaaa!! Esse gel tinha alguma coisa de diferente, pois ele fazia o meu clitóris vibrar e pulsar, além de me provocar um calor super delicioso na região íntima. - Está pronta, minha gata? - o Michel me beijou na boca e depois sussurrou bem no meu ouvido. Deus do céu!!! Me arrepiei todinha.
- Sim... vem... por favor... faz comigo, faz... quero você... dentro de mim!! - falei pra ele, com a voz entrecortada. O Michel então colocou a camisinha, passou muito lubrificante em seu pênis e na entrada da minha periquita e se deitou em cima de mim. Nossas bocas ficaram grudadas uma na outra. E então ele me penetrou.
Senti uma dor bem leve, logo ultrapassada por um prazer imenso. Não tenho palavras para descrever. Eu estava finalmente sentindo um homem dentro de mim, deitado em cima do meu corpo, me beijando, chupando a minha língua e me penetrando bem fundo, entrando e saindo, movimentando o quadril, em um rítmo cadenciado e muito gostoso.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhh... meu bem... ahhh... vou... vou... eu acho... que... vou... estou... ahhhhh... gozandooooooooooo...!! - não aguentei mais e gozei com o pau do Michel todinho dentro de mim. Que delícia. Enrolei minhas pernas ao redor da cintura dele e puxei ele pra mim, para uma penetração mais profunda, em um orgasmo que parecia que não ia nunca mais acabar.
Acabei por passar a noite com ele e fui penetrada por cinco vezes, e cada vez parecia ainda melhor. Devo ter gozado umas 10 vezes ou mais, e o Michel gozou duas vezes. Eu estava completamente à vontade com ele e me sentia aliviada por já não ser virgem e já não ser tão ignorante. E cheia de vontade de começar a trabalhar logo no bar.
No dia seguinte, fim de semana, ficamos na cama e ele disse que, para completar a aprendizagem, faltava a última etapa: sexo anal. Na hora fiquei assustada, pois sexo anal era algo que eu não tinha pensado ainda. O Michel então me acalmou, disse que tinha alguns cremes e géis que iam me ajudar a relaxar e deixar a relação anal mais confortável.
E então começamos a nos pegar novamente. O pau dele estava muito duro, e isso me deixou super excitada. Então ele pediu pra eu ficar de quatro na cama, me apoiando na cabeceira, com meu bumbum bem empinado pra ele. Logo o Michel pegou um óleo, muito cheiroso, e começou a passar ele na minha bunda, nas nádegas e também na racha da bunda, sempre massageando.
- Brinca com o seu clitóris enquanto eu preparo o seu cuzinho...!! - o Michel falou. Comecei a me masturbar e senti a língua dele na entradinha do meu ânus. Que sensação gostosa. Fez cócegas no início, mas depois um choque elétrico percorreu meu corpo. Ele fazia pressão na entradinha do meu cú com a ponta da língua, sem enfiar o dedo ainda.
E então veio um gel geladinho no meu cú, o qual o Michel massageava com carinho, passando os dedos ao redor da entradinha do meu ânus, e depois enfiava um pouco o dedo. Deus!!! Que coisa gostosa do meu cú. Eu sentia meu cuzinho se abrindo sozinho, parecia que eu não tinha controle sobre ele. Depois é que fui informada de que aquele gel era um anestésico anal.
- Ahhhhhhhhhhhh...!! - só senti o pau entrando. Do mesmo jeito que eu estava eu fiquei. O Michel me segurou firme pela cintura e, sem qualquer aviso, me penetrou pelo cú, sem camisinha mesmo. Já tinham me falado que o primeiro anal doía muito, mas comigo não aconteceu, talvez devido ao gelzinho que ele passou no meu ânus. O Michel estava entrando em mim, me invadindo, esticando todas as preguinhas do meu delicado cu.
Tudo que senti foi um enorme prazer, uma sensação gostosa de estar sendo invadida por dentro, as paredes do meu reto se expandindo, para dar lugar a um pênis duro e quente, que entrava cada vez mais, procurando se alojar o mais fundo possível nas minhas entranhas. Minha cabeça girou e comecei a gozar involuntariamente, gritando como louca.
- Fodeeeeee... fodeeeee... Michel... soca tudo... meu deusssss... soca tudo... bem lá dentro... mais... mais... fundoooooooooo...!!! - gemi desesperada. E o Michel me pegava com força mesmo, me apertando contra o seu corpo, beijando a minha nuca e falando coisas no meu ouvido. Eu estava gozando de novo, um orgasmo em cima do outro.
Quase desmaiei de prazer. E então o leite quente me inundou por dentro. Senti jatos e jatos de porra quente bem no fundo de mim, até parecia dentro da minha barriga, de tão fundo que ele estava dentro de mim. E só isso bastou pra eu entrar em orgasmo de novo.
- Isssoooooo, minha linda... goza... goza... goza bem gostoso por esse cuzinho...!! - só me lembro do Michel falar isso no meu ouvido e apaguei.
Acordei com o Michel me falando que tinha preparado o café da manhã e que estava me esperando na cozinha para tomarmos juntos. Me levantei e fui tomar um banho. Enquanto eu tomava a minha ducha eu analisava a minha situação. Em apenas dois dias eu tinha perdido a virgindade da periquita e do meu cú. E foi maravilhoso, muito melhor do que eu tinha previsto.
Cada orgasmo que tive com o Michel era melhor que o anterior. Comecei a pensar que estúpida eu tinha sido por não ter descoberto o sexo há mais tempo. Terminei meu banho, me enxuguei e vesti uma roupinha bem provocante. Era uma blusinha decotada, uma mini-saia e um fio dental tão pequeno que não cobria praticamente nada.
Fui ao encontro do Michel, que já me esperava na cozinha. Me sentei no banquinho que ele tinha reservado pra mim e começamos a comer. Eu estava faminta depois daquela sessão louca de sexo anal. - Letícia, quero te contar uma coisa... você tem o cú mais gostoso que já comi em toda a minha vida! - ele falou e sorriu.
Agradeci e falei que ele era o melhor comedor de cú que eu já tinha conhecido. Rimos muito com essas duas pérolas. Então, quando me dei por mim, eu estava em pé, apoiada no balcão da cozinha, com a minha sainha levantada, meu fio dental de ladinho, minha bunda empinada e, pasmem, o pau do Michel engatado até o talo no meu rabinho, de novo!!!
Meu deus do céu! Não fazia nem uma hora que ele tinha comido o meu cú na cama e já estava ali, castigando o meu orifício anal novamente. E eu estava adorando, tanto que gozei assim que ele entrou em mim, me esticando por dentro mais uma vez. Quando gozei pela segunda vez, o Michel já estava preenchendo meu intestino com leite bem quente outra vez.
Que delícia! Fiquei o dia todo no apartamento do Michel, e ele me fez muitos elogios, como pessoa e como mulher, e disse ter a certeza que eu ia ter muito sucesso no meu novo trabalho. Eu também fiz grandes elogios a ele, merecidos, pois ainda hoje continuo a achar que ele foi o melhor e o mais competente homem com quem estive. E olhem que, nesses cinco anos, muitos se envolveram comigo. Centenas.
Nessa noite fomos jantar em um restaurante muito chique, e pela primeira vez saí com as roupas que tínhamos comprado. Rapidamente percebi que os homens me olhavam de forma diferente. Acabou por ser um jantar muito agradável e romântico. O Michel era de fato um homem muito especial. Tive a sorte de conhecê-lo e de tê-lo escolhido para me iniciar no sexo.
No dia seguinte eu perguntei a ele se eu poderia ir trabalhar um dia mais cedo para me ambientar. Ele disse que sim e que ainda me queria ensinar algumas coisas, me fez prometer que nunca teria relações sem usar preservativo e me ensinou a por preservativos com a boca. Ele também me disse que os clientes adoravam ver isso, e que sexo oral podia fazer sem camisinhas, mas somente com homens bem limpos e cuidados.
Logo vou voltar para contar o meu primeiro dia como garota de programa, a saga desses cinco anos e a evolução da minha vida. É como dizia Edith Piaf na canção "Non, je ne regrette rien". Sim, isso mesmo: "não me arrependo de nada".
Eu gostaria muito de ler os comentários de vocês. Por favor, deixem comentários bem safadinhos pra eu ler. Beijos a todos.
Pesquisas relacionadas a esta estória de sexo: Quero ser garota de programa. Minha mãe não sabe que sou garota de programa. Conto erótico de garota de programa. Comendo a GP novinha. Quanto ganha uma garota de programa? Fui garota de programa por uma noite. Faço programa para pagar a faculdade. Quero iniciar como garota de programa. Onde divulgo meu trabalho como garota de programa? Descobri que minha irmã é garota de programa. Minha amiga é garota de programa. Tenho vontade de fazer programa. Classificados de garotas de programa e acompanhantes. Quero ser acompanhante de luxo. Sou GP e vendo vídeos de sexo.
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Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
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