Não mexa nas calcinhas da mamãe - Parte 5 - Final

Publicado por tímida_28 em 08/01/2025
Categoria: Incesto
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Finalmente eu estava em casa novamente, de férias da faculdade. Para minha sorte, o Marcos estava entrando de férias também. Sabendo que ele não ia demorar a voltar do colégio, eu caminhei um pouco em frente à nossa casa e fiquei esperando por ele.

Era uma sexta-feira e eu estava usando uma saia bem curta. Não era exageradamente curta, mas por baixo eu estava peladinha, sem nada. Minha pepeca estava depiladinha, lisinha e macia, como o bumbum de um bebê.

Se eu tivesse conseguido sair de casa sem sutiã, os biquinhos dos meus peitos poderiam ser vistos tentando furar o tecido do top que eu estava vestindo. Eu estava muito excitada, tão excitada que minha buceta babava de desejo. E quando uma menina fica excitada como eu estava, é difícil prever o que pode acontecer.

Quando o Marcos dobrou a esquina em seu Gol, um presente de aniversário dado pelo meu pai, eu era só alegria. Era a primeira vez que a gente ia se ver em meses. Assim que eu o avistei, meu coração ameaçou sair pela minha boca, mas não foi por causa do desejo. Havia uma menina sentada no banco do passageiro.

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"Não acredito! Que merda, Juliana! Isso vai complicar um pouco as coisas!", falei para mim mesma ao mesmo tempo que o meu irmão me viu e fez um aceno. Acenei de volta e tentei ao máximo esconder o meu descontentamento. Lá embaixo a buceta, antes tão assanhada, já tinha parado de piscar.

Embora eu não quisesse, tive que admitir que a menina era linda. Seus cabelos loiros estavam amarrados em um rabo de cavalo e ela me deu um enorme sorriso à medida que eles aproximavam. Que merda! Eu ia acabar gostando dela.

Mas eu estava feliz pelo Marcos. Na verdade eu não estava com ciúmes por aquela menina estar roubando o meu irmão de mim. Eu estava mais preocupada era sobre como eu ia fazer para conseguir me exibir para ele, só nos dois, e poder pegar no pau dele novamente e vê-lo gozar pra mim.

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- Jú... nossaaaaaa!! - a menina disse e me deu um abraço. E não foi um daqueles abraços nos quais a gente apenas toca no ombro da pessoa, tipo um abraço falso. A garota me deu um abraço daqueles que amassam os peitos. Ela estava com vontade mesmo de abraçar, e me espremeu bem forte. Foi até um alívio quando ela me soltou.

- Nossaaaaaaa... que bom te encontrar, Jú! - ela me disse com um sorriso enorme. - O Marcos me falou que você é uma irmã maravilhosa! - ela completou e o Marcos sorriu quando eu olhei para ele. "Tá bom então!", pensei, achando aquilo interessante. Em seguida meu irmão nos apresentou. O nome dela era Daniele e ela já estava terminando o colegial também.

Jantamos eu, minha mãe, o Marcos e sua namorada, e tudo correu muito bem. Em seguida o Marcos levou a Daniele até um barzinho não muito longe de nossa casa.
- Juliana... o que você acha de ficar uns dias sozinha com o Marcos aqui em casa?... eu pensei em ir me encontrar com seu pai no Rio, para passarmos um tempo juntos! - minha mãe me falou de repente.

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- Claro, mãe! - respondi e a abracei por trás. - Vocês merecem esse tempinho... pode deixar que vou cuidar bem da casa, e do meu irmão também! - finalizei, já imaginando o que poderia acontecer durante uns dias sozinha com o Marcos. Lá embaixo a buceta piscou de felicidade.

Depois de tomar um banho eu fui para o meu quarto, me deitei e comecei a ler um livro. Minha idéia era esperar meu irmão voltar para casa. Não demorou muito e ele bateu na minha porta.
- Jú!... você está aí?
- Sim, pode entrar! - respondi e o Marcos entrou. Na hora percebi que ele estava um pouco sem graça.

- Desculpa por não ter contado sobre a Daniele, Jú! - ele disse. - Eu estava esperando pra ter certeza de que ia durar mais de uma semana ou duas... você sabe que não sou de ficar namorando firme!
- Não precisa se desculpar não... mas você bem que poderia ter me ligado pra falar sobre ela!

- Verdade... me desculpa mesmo!... ela é uma menina muito legal e...!
- Marcos, você já gozou esta noite? - interrompi meu irmão. Eu precisava saber, e com urgência. Bastou ele entrar no meu quarto para eu sentir seu cheiro, aquele cheiro que eu adorava. E eu não podia esperar mais.

Ele começou a rir.
- Que pergunta, Jú! - o Marcos respondeu. - Não, não gozei... como te falei, a Daniele é uma menina muito legal, mas tudo que fazemos é só ficar beijando e abraçando... rola uns amassos mas é coisa pouca, sabe?... nem sei quando ela vai decidir dar pra mim!

Enquanto meu irmão falava isso eu comecei a tirar a minha roupa.
- Vamos resolver isso então? - falei com um sorriso e me livrei da minha blusa. Meus peitinhos ficaram à mostra, já que eu estava sem sutiã.
- Jú... é muito bom ter você em casa novamente! - o Marcos me falou e me encarou fixamente.

Já sem blusa, os biquinhos rosas dos meus seios ficaram assanhados, e fiz uma massagem rápida neles. Eu ainda estava de shorts e calcinha, mas isso não impediu o meu próximo movimento. Rapidamente desci da minha cama e fiquei ajoelhada entre as pernas do meu irmão.

- Ohhhhhhhhh... que saudades que eu estava dele, Marcos! - falei enquanto desabotoava seu cinto e depois sua calça. Enfiei a mão dentro de sua cueca e puxei seu pau para fora, duro, grosso, cheiroso. Nossaaaaa!! Que tesão que eu estava sentindo. E uma garota com tesão é capaz de fazer qualquer coisa.

- Ahhhhhhhhhhh... Jú! - ele falou com um gemido. - Você tem certeza que você quer... ohhhhhhhhh... uauuuu... que... mmmmmmmmmmmm...! - meu irmão sussurrava enquanto eu enfiava sua pica bem fundo na minha boca. Eu estava muito excitada. Apertei o pau dele, lambi, punhetei com a minha mão e chupei muito gostoso.

Quando começou a sair a babinha inicial da cabeça de seu pênis eu me derreti todinha, só de saber que meu irmão estava sentindo tesão por mim, pela minha boca. Passei a língua por todo o pau dele, e depois punhetei, exatamente da mesma forma que eu ficava vendo ele fazer. Subi e baixei a mão, pra frente e para trás, sempre lambendo e dando leves chupadinhas.

- Jú...! - ouvi o Marcos falar baixinho. - Eu vou gozar rápido se você continuar assim...!
- Hummmm... mmmmmmm... mmmmm...! - não falei nada, apenas fiquei gemendo e brincando com a língua na cabeça do pau dele, preso na minha boquinha molhada e quente.

Senti o pau dele inchar um pouco mais e percebi que ele ia gozar. Que delíciaaaa!! Meu irmão ia gozar de novo pra mim. Punhetei mais rápido.
- Ahhhhhhhhhhhhhh... n-n-n-não aguento... mais...! - ele sussurrou. - Ohhhhhhhhhhhh... vou g-g-g-g-gozarrrrrr... vou... gozarrrrrrrrr...!

O primeiro jato salgado de porra veio como um missel em minha boca e desceu pela minha garganta. Engasguei e senti meu fôlego sumir. De imediato tirei o pau do meu irmão da minha boca para que eu pudesse engolir seu esperma. Ao fazer isso a esporrada seguinte me acertou bem no rosto, espalhando sêmen no meu nariz e lábio superior.

Foi engraçado e começamos a rir baixinho. O Marcos parecia estar no paraíso. Abri minha boca ao máximo e punhetei o pau dele, deixando o restante de sua porra cair no lugar certo, bem em cima da minha língua. Engoli tudo e depois ainda fiquei chupando a cabeça do pau, para deixá-la bem limpinha.

Fechei meus olhos e fiquei saboreando a porra na minha boca. Eu estava com tanta saudade disso. Que delícia!!! Passei o dedo no meu nariz e lábio superior e peguei o esperma que estava alí e arrastei para minha boca também. Nossa! Eu adorava o gosto da porra do Marcos.

Quando eu finalmente abri meus olhos e olhei para o meu irmão, eu fiquei até um pouco sem graça. Ele estava me observando atentamente, enquanto eu me comportava como uma putinha chupadora de pica, lambendo e engolindo cada gotinha.

- Jú... eu...!
- Shhhhhhhhhhhh... não fala nada! - sussurrei e abocanhei o pau dele novamente. Já estava um pouco mole, mas mesmo assim fiquei passando minha língua ao redor da cabeça. Meu irmão gemeu deliciosamente.
- Eu também precisava disso, Marcos! - deixei o pau dele deslizar para fora dos meus lábios. - Agora vai dormir, tá?... teremos a semana toda!

- Mas o que você vai fazer agora? - ele me perguntou. - Você vai se masturbar, é?
- Talvez! - provoquei. - Meninas também gostam de sentir prazer, ué! - falei e, para minha surpresa, meu irmão se abaixou e, segurando minhas mãos, me fez levantar. Em seguida ele colocou as duas mãos nos meus ombros e me olhou fundo nos meus olhos.

- Jú! - ele falou com a voz baixa e compassada. - Tire o resto da sua roupa e faz pra eu ver... Vou ficar te olhando!
- Não vai mesmo! - respondi com um sorriso. - Não vou conseguir fazer com você me...!

Não consegui terminar minha frase, pois o Marcos apertou meus ombros um pouquinho mais e percebi que esta não era a resposta que ele queria ouvir.
- Faz, Jú! - ele falou com a voz firme e decidida. - Não é justo eu fazer e você ficar olhando... eu também tenho o direito de ver você fazendo, não tenho?

Antes que eu pudesse responder, ele se abaixou rapidamente e, segurando firme nas laterais do meu shorts, o desceu, juntamente com a minha calcinha, até a altura dos meus joelhos. Quando meu irmão endireitou seu corpo novamente, ele me olhou com um sorriso safado e, gentilmente, me empurrou para trás.

Caí de costas na minha cama, com as pernas para o ar, ainda com o meu shorts e calcinha enrolados nos meus joelhos. O Marcos me olhava de um jeito que ele nunca tinha olhado antes. Fiquei totalmente sem ação quando ele terminou de tirar meu shorts e o jogou no chão. Em seguida ele fez o mesmo com a minha calcinha, mas a levou até o seu nariz.

- Jú... isso é gostoso demais... delicioso...! - ele falou enquanto cheirava o fundo da minha calcinha. - Mas eu sei de uma coisa que é ainda melhor!
- Marcosssss... o que você vai...? - não consegui terminar minha frase, pois meu irmão me segurou pelas pernas e me puxou para a beirada da cama.

Deus do céu! Rapidamente ele enfiou seu rosto entre minhas pernas totalmente abertas. Senti seu hálito quente bem em cima da minha pepeca segundos antes de ele pincelar sua língua na minha rachinha. Fiquei completamente sem ação. Foi tudo tão rápido. Eu tinha chupado o pau dele, deixei ele gozar na minha boca e engoli sua porra. E agora ele estava chupando minha xaninha. Isso estava realmente acontecendo?

- Marcosss... Marcosssss... espera... eu... eu...! - falei com dificuldade e levei minhas duas mãos em direção à cabeça dele para afastá-lo de mim. Nesse momento senti sua língua percorrer desde a entradinha da minha buceta toda babada até o meu clitóris, que já estava reclamando da falta de atenção.

- Uhhhhhhhhhhhh... Meu deussssss... não pára não... não páraaaaa...!! - gemi como uma louca. Em vez de empurrar meu irmão para longe de mim, usei minhas mãos para segurá-lo pelos cabelos e esfregar sua boca na minha xoxota. Eu estava sentindo coisas que eu nunca tinha sentido em toda a minha vida. Fechei os meus olhos tão forte que comecei a ver estrelas. Foi algo realmente incrível.

- Marcossss... M-M-Marcos... eu vou... eu vou... Marcosss... estou gozandoooooooo... estou... estou... ohhhhhhhhhhhhh...! - gozei como uma gatinha manhosa, me segurando para não gritar alto. Como eu disse, eu estava precisando muito do meu irmão. Isso, no entanto, foi além do meu limite. Pouco mais de dois minutos da língua do Marcos na minha rachinha e no meu clitóris e eu já estava gozando.

Gozei e gozei, gemendo, me contorcendo, com meu corpo se tremendo todinho. Fechei minhas coxas tão forte ao redor da cabeça dele, sem nem me preocupar se eu o estava sufocando ou não, afinal, aquilo tinha sido idéia dele. Pressionei sua cabeça na minha buceta com força mesmo, até sentir que não dava mais.

Quando eu finalmente liberei o meu irmão do meio das minhas pernas, ele lentamente se levantou e ficou me observando, com seu queixo e boca lambuzados do melzinho da minha xoxota. Seu pau estava duro e balançando, dando umas contraídas no ar. Nos olhamos por alguns segundos, até que os olhares se fixaram, presos um ao outro.

Não falei nada, apenas balancei minha cabeça afirmativamente e subi meu corpo para o centro da cama, abrindo minhas pernas ainda mais. O Marcos veio e se deitou em cima de mim, se apoiando em suas mãos, colocadas cada uma de um lado do meu corpo. Nossos olhares estavam fixos um no outro, e eu podia sentir sua respiração calma, embora ansiosa.

Eu nunca tinha feito isso, mas uma menina já nasce com isso embutido nela. Instintivamente eu levei minha mão até o pau dele e o guiei até a entrada da minha xaninha e, carinhosamente, esfreguei a cabeça da rola dele entre os lábios da minha pepeca.
- Mete nela... por favor...! - sussurrei.

Meu irmão soltou o peso lentamente, sempre me olhando no fundo dos olhos.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhh...! - ele gemeu e seu pau deslizou todinho pra dentro de mim, me abrindo aos poucos. O pênis entrou suavemente, avançando com determinação, me enchendo todinha, até não sobrar mais espaço nenhum.

Meu deusss!! Eu tinha acabado de perder minha virgindade na rola do meu próprio irmão. Mas eu iria pensar nas consequências mais tarde. No momento eu estava muito concentrada. Minha xoxota finalmente estava agasalhando um pau, pela primeira vez, e era o pau do Marcos. E eu queria tanto ele dentro de mim, e ele também queria muito estar dentro de mim.

Eu poderia ter dito para ele não me penetrar. Eu poderia ter vestido minha roupa e saído do meu quarto. Mas em vez disso eu abri as minhas pernas e o convidei a meter seu pau em mim. Fui eu mesma quem enfiou a mão entre nossos corpos e guiei sua pica até a entrada da minha xaninha ainda virgem. Fui eu mesma que esfreguei a cabeça da rola nos meus pequenos e grandes lábios.

A culpa foi toda minha. Ele só ficou esperando, enquanto eu posicionei a cabeça do pênis na entradinha e pedi pra ele enfiar. E agora ele tinha acabado de fazer o que eu tinha pedido. Seu pau estava todinho dentro da minha xoxotinha quente, apertada, babada, gulosa e completamente preenchida. Não me restou outra coisa a fazer. Enrosquei minhas pernas na cintura dele e o segurei firme.

- Fica quietinho, tá? - falei baixinho. - Quero te sentir dentro de mim um pouquinho! - finalizei com uma mordidinha no lábio inferior. Meus olhos eram só alegria, e meu irmão percebeu isso. Lentamente ele se inclinou e colou a boca no meu ouvido.
- Eu te amo, Jú! - ele sussurrou. - Eu... nunca... vou esquecer este momento!

- Eu também te amo, Marcos! - sussurrei de volta. Então segurei sua cabeça com ambas as mãos e o puxei para mim, até que nossos lábios se tocaram. Abri minha boca para sua língua, que logo encontrou a minha e a maior loucura da minha vida teve início. Eu estava beijando a boca do meu irmão. Nós nos beijamos muito, e isso me deixou em um nível de excitação que eu nunca tinha experimentado.

Enquanto nos beijávamos minhas mãos percorreram os ombros do meu irmão, e depois suas costas, até que cheguei à sua bunda e agarrei com força suas nádegas, apertando a pélvis dele contra a minha.
- Faz... pode mexer agora... bem gostoso, tá? - murmurei e o Marcos entendeu o recado. Imediatamente ele começou a mover seus quadris para a frente e para trás, em um ritmo bem cadenciado.

Meu deussss!! O pau do meu irmão estava maravilhoso. Ele começou um entra e saí lento e muito gostoso. E a minha xoxotinha estava toda lambuzada, cremosa, deslizante e macia. Nem parecia que era a primeira vez que a minha bonitinha estava levando rola. Tinha hora que o Marcos puxava a pica todinha pra fora, deixando só a cabeça dentro, e depois enfiava tudo de uma só, me arrancando gemidos baixinhos. Foi delicioso. Até que não aguentei mais.

- Ahhhhh... ahhhhhhhhh... nossaaaaaaa... Marcossss... Marcossss... eu vou gozarrrrrrr... eu vou gozarrrrrr... queridooooo... estou gozandoooooo... n-n-n-no... seu... pau... ohhhhhhhhhhh...!! - gemi baixinho quando ele deu uma enfiada bem funda. Meu corpo se tremeu como se eu estivesse tendo calafrios. Minhas vistas ficaram nubladas e achei que eu fosse desmaiar de tanto prazer.

E aí veio o susto. Senti o corpo do meu irmão se tensionar também e me apavorei. Ele ia gozar dentro de mim.
- Marcoss... amor...! - falei apressada. - Você não pode gozar dentro de mim, Marcos... rápidooooo... tira e goza fora!! - continuei falando e ele parecia não me ouvir. O ritmo das estocadas estava mais rápido, e o pau dele parecia ter dobrado de tamanho.

Eu já estava para empurrá-lo de cima de mim quando ele tirou o pau da minha xaninha rapidamente e ficou metendo contra o meu estômago. Até achei engraçado aquilo. Foram umas quatro ou cinco estocadas e a porra veio em jatos fortes e quentes.

- Ohhhhhhhhh... meu amor... isso...! - sussurrei no ouvido dele. - Goza gostoso, Marcos... goza tudo na barriguinha da sua irmã... seu pau estava tão gostoso na minha bucetinha... na sua bucetinha agora, tá?... ela é todinha sua, seu safadinho!! - provoquei ele mais um pouquinho enquanto ele lambuzava toda a minha barriga com o seu esperma. Em seguida ele ficou imóvel, deitado em cima de mim. E eu aproveitei o momento para fazer muito carinho nos cabelos dele.

Finalmente meu irmão se desgrudou de mim. Seu pau já estava mole e sua porra toda espalhada pelas nossas barrigas.
- Vamos limpar essa bagunça? - ele falou com um sorriso e foi ao banheiro. Não demorou muito e ele voltou com o papel higiênico. Fiquei deitada e sorrindo pra ele, enquanto ele, gentilmente, limpava a minha barriga. Em seguida o Marcos fez o mesmo com a barriga dele.

- Agora vem cá, Jú... vem! - ele falou e, estendendo a mão para mim, me fez levantar da minha cama e ficar de frente para ele. Em seguida nos abraçamos e ficamos coladinhos. Estava tão gostoso nos braços dele que eu poderia ficar ali a noite toda.
- Jú...! - ele falou calmamente, enquanto levantava meu queixo e me dava um beijinho nos lábios.

- Sim?
- Te amo, minha irmã... te amo muito, sabia? - ele falou com um brilho nos olhos.
- Eu também, Marcos... te amo muito mesmo... fala que vai me comer mais vezes... igual você fez hoje... fala... por favor... fala!

- Sim, Jú... vou te comer bem gostoso... todos os dias... agora vamos dormir... já estamos abusando da sorte! - ele falou e começamos a rir.
Depois que o meu irmão me desejou boa noite e saiu do meu quarto eu pensei em tomar um banho. Mas logo mudei de idéia. Voltei para a cama com o cheiro do esperma dele no meu corpo. E dormi como uma pedra.

Na manhã seguinte eu levei minha mãe ao aeroporto para que ela viajasse ao encontro do meu pai. Quando cheguei em casa o Marcos ainda estava dormindo. Tirei toda a minha roupa e fui para o quarto dele. Me deitei em sua cama e ele já me abraçou por trás. Em segundos seu pau ficou duro e eu mesma rebolei minha bunda até entrar tudo na minha buceta. Que delícia! Fodemos bem gostoso e dessa vez eu pude gemer à vontade, sem receio da minha mãe ouvir.

E assim eu passei a semana todinha dando para o meu irmão. Meu deussss! Nunca imaginei que uma menina pudesse levar tanta rola na buceta e ainda conseguir cuidar da casa. Eu não usei calcinha a semana toda, pois o Marcos não me dava tempo. Muitas vezes eu estava na cozinha preparando a comida e ele já chegava por trás, me querendo.

A solução era levantar a minha saia ou abaixar o meu shorts, me apoiar na pia ou na mesa da cozinha e deixar ele meter. A pica dele ficava dura o tempo todo. Muitas vezes ele gozava, dormia uns 40 minutos e já me procurava de novo. Dei para ele em todos os cômodos da casa. Uma noite a gente dormia no meu quarto e outra noite dormíamos no quarto dele, sempre fodendo, como se o mundo fosse acabar.

Foi uma semana maravilhosa, mas que logo chegou ao fim. Eu ainda tinha uns dias de férias, mas a minha mãe voltou da viagem dela, o que forçou eu e o meu irmão a sermos mais cuidadosos e discretos. Isso não quer dizer que a gente parou de transar, só que agora o fazíamos às escondidas, em silêncio completo. E vou contar um segredo: o medo de sermos pegos pela minha mãe tornava as minhas gozadinhas ainda mais deliciosas.

Meu caso com o meu irmão continuou nos anos seguintes. Não demorou muito e ele conseguiu meter na bucetinha da Daniele, mas isso não me incomodou muito, já que eles pareciam se gostar muito. Eu também acabei me envolvendo com um cara da faculdade e acabei dando pra ele. E o engraçado é que acabei me casando com este mesmo cara. Tive um bebê 11 meses depois, e dois anos mais tarde tive uma menina.

Depois que o Marcos terminou o segundo grau ele foi servir o exército, e ele ficou lindo com aquele cabelo raspado. Eu sempre dava um jeitinho de enviar minhas calcinhas pra ele, em fundos falsos das caixas de presentes. Algumas vezes ele me falava que seus colegas roubavam algumas deles, mas eu não estava nem aí. Era gostoso saber que outros caras estavam batendo punheta pensando em mim.

Quando ele saiu do exército ele finalmente se casou com a Daniele. Todos nós sabíamos que isso ia acontecer cedo ou tarde, por isso ninguém ficou surpreso com a notícia. Mesmo assim eu e ele continuamos a nos encontrar algumas vezes por ano. E acontecia normalmente, sem nenhum dos dois forçar a barra.

A gente se encontrava para tomar um suco, comer alguma coisa, conversar, e então olhávamos um dentro dos olhos do outro. Bastava isso. Se estivéssemos sozinhos, minha calcinha voava do meu corpo em questão de segundos, para ele me penetrar deliciosamente, como só ele sabia fazer.

Se as crianças estivessem por perto a gente dava um jeito de ir para o banheiro, onde eu punhetava ele até ele gozar nos meus seios, como nos velhos tempos. Até hoje eu ainda adoro o gosto da porra do Marcos. Eu prefiro mais a dele do que do meu marido. Aliás, por várias vezes eu dei para o meu esposo pensando na rola do meu irmão.

Todas as vezes que a Daniele ficou grávida eu dei um jeitinho de estar por perto, já que eu sabia que ia sobrar pica pra mim. O Marcos passava na minha casa tão logo ele percebia que o meu marido já tinha saído para o trabalho e os meus filhos já tinham ido para a escola. Pensem numa buceta que levava vara até não aguentar mais. Meu irmão me falava que a esposa dele não gostava de transar durante a gravidez.

Então, essa é minha estória com o meu irmão. Foi algo muito especial, e não foi nada planejado, eu juro. Eu acho que foi o meu instinto maternal que deu início a tudo. Eu estava protegendo ele. Eu estava ajudando ele. Sua energia sexual estava forte demais, e sua vontade de colocar isso para fora estava controlando seus pensamentos.

Se ele tivesse sido pego mexendo nas calcinhas da minha mãe eu nem sei o que poderia ter acontecido. Melhor nem pensar nisso. Assim, eu, como sua irmã, me senti no dever de satisfazer suas necessidades sexuais. Eu o entendi e estava disposta a ajudar, pois eu não queria meu irmão saindo com putas e correndo o risco de pegar alguma doença ou má fama. Tudo saiu como a gente queria, e hoje vivemos nossas vidas com nossas famílias.

E por que eu contei a vocês sobre este lado secreto da minha vida? Sei lá. Talvez porque eu precisasse desabafar, pois eu nunca conversei sobre isso com ninguém da minha família, nem mesmo com a minha mãe. Além disso, imaginei que seria mais fácil para eu contar o que vem em seguida, já que meu filho Murillo está no primeiro ano do colegial, e eu acabo de encontrar uma calcinha minha debaixo do colchão dele.

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Adorei,que dlç de conto,e como td aconteceu, fiquei super excitado...bjs
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que delícia fiquei excitado e acabei mim masturbando
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Seu Carlos fez vc revelar a puta inrustida em vc e agora todas fantasias que vc nem sabia que tinha estão sendo realizasas
07/03/2025
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Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
04/03/2025
Comedor de Casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
04/03/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícia de conto erótico, adorei sua aventura,eu já passei por uma experiência dessa lá nos anos 80 kkkk
04/03/2025
Gostosa
Sexo: Masculino
RECIFE - PE
Que delícia que conto mais gostoso muito bom ensinar a uma novinha os prazéres da vida
28/02/2025
Sexo: Feminino
-
20/02/2025
Comedor de Casadas viúvas e+
Sexo: Masculino
BH - MG
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
Sexo: Masculino
BH - MG
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícioso fato vividos por vc e o marido da sua amiga,pena que vc não mora aqui perto de mim gata bjosss
17/02/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
17/02/2025
Pica 21cm
Sexo: Masculino
PORTO ALEGRE - RS
Delicia de relato, imaginei a cena!
17/02/2025
José
Sexo: Masculino
49 - RS
Muito bom esse conto gostaria de experimentar um dia
16/02/2025

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