Finalmente eu estava voltando para o Brasil, depois de morar seis anos fora, na Espanha, onde trabalhei no ramo de construção de casas. Meu irmão mais velho, Josias, foi o responsável por me convencer a voltar para cá e ficar mais próximo da minha família.
Cheguei ao aeroporto de Goiânia pela manhã, com pouco atraso, e, depois de pegar minhas malas, fui diretamente ao encontro do meu irmão, da minha cunhada Cláudia e da minha sobrinha Aline.
Assim que abrí a porta de saída eu já pude vê-los a uns 20 metros de distância. A Cláudia e o Josias começaram a caminhar sorridentes em minha direção, enquanto uma jovem que estava com eles disparou correndo ao meu encontro.
A verdade é que no primeiro olhar eu não reconheci minha sobrinha. A última vez que eu a tinha visto, ela ainda era uma garotinha chorona e birrenta, e agora tinha se transformado em uma moça espetacular. Já com 17 anos, ela não era mais uma menina, e o passar dos anos havia acrescentado a ela alguns atributos muito difíceis de não serem notados.
Seus cabelos loiros e ondulados chegavam quase à metade de suas costas. Seus lábios eram delicadas e seus olhos verdes estavam cheios de inocência. Ao me alcançar, ela se jogou em cima de mim, ficando pendurada no meu pescoço e nos meus ombros. Precisei soltar minhas malas para segurá-la e manter o meu equilíbrio.
- Tio Edson... nossaaaaa... eu estava com tanta saudade! - Oh, Aline! Eu também estava com muita saudade de você! - respondi, ainda um pouco surpreso. - Meu deus! Que bom que finalmente o senhor chegou!
Nesse momento o Josias e a Cláudia me alcançaram também, e eles também se juntaram ao abraço do reencontro. Na verdade eu me sentia um pouco deslocado, já que, antes de partir para a Espanha, eu não tinha sido um tio muito próximo da minha sobrinha. Eu os visitava com frequência, mas não brincava com ela. Quase sempre eu ficava conversando com o meu irmão, e eu não prestava muita atenção nem na minha cunhada.
Depois das saudações fomos levar minhas coisas para o carro do meu irmão. Enchemos o pequeno porta malas e ainda sobrou um mala, uma bolsa e alguns pacotes, já que eu estava voltando para o Brasil para ficar, e não somente para passeio. O jeito foi colocar o restante no assento traseiro mesmo.
O problema é que o banco traseiro ficou praticamente sem espaço algum. Na hora minha cunhada percebeu e tentou uma solução. - Edson, você pode ir aqui na frente com o Josias... e eu vou com a Aline aí atrás! - De forma alguma, Cláudia... foi minha culpa trazer este monte de coisas... eu vou aqui atrás mesmo!
- Não! Pode vir aqui... sua viagem foi longa! Você pode descansar mais aqui no banco da frente! - minha cunhada insistiu. - Pode ficar tranquila, Cláudia... eu vou aqui mesmo... é bom que seguro as coisas! - respondi e ela se deu por vencida. Nenhum de nós dois imaginávamos as consequências daquela decisão.
Entrei no banco de trás com muita dificuldade e me sentei, me esforçando o máximo para sobrar espaço para a Aline. No entanto, percebemos que não sobrava mais que uns 10cm livres. Meu irmão começou a rir e falou que seria melhor chamar um táxi para a minha sobrinha, já que ela não podia ir no banco da frente com sua mãe.
- Mas, pai! - ela protestou. - Eu quero ir com vocês! - Mas você não vê que não tem lugar, Aline? - meu irmão falou. - O que você quer que a gente faça? - Eu posso ir no colo do tio Edson! - minha sobrinha falou, cheia de inocência.
- Filha... se esqueceu que você não tem mais 10 anos?... olha o seu tamanho agora! - a Cláudia falou sorrindo. - É, Aline... e meu irmão está muito cansado... é melhor você ir de táxi para não incomodar ele com o seu peso! - meu irmão completou. - Eu não me importo não, Josias! - resolvi interferir. - A gente se ajeita aqui atrás!
- Você tem certeza, Edson? - minha cunhada perguntou, parecendo um pouco preocupada. - Sim... não tem nenhum problema, Cláudia! - Obrigada, tio Edson! - minha sobrinha festejou enquanto entrava também no assento de trás do carro.
Nesse momento tomei consciência do que eu estava a ponto de enfrentar. A Aline estava usando uma calça legging preta, que chegava um pouco abaixo dos joelhos e coladinha ao seu corpo, mostrando perfeitamente sua bundinha. Em cima ela vestia uma camiseta estampada, a qual permitia ver um par de seios lindos, juvenis, bem firmes e durinhos.
Percebi ainda que minha sobrinha não usava sutiã, o que fazia com que seus peitinhos ficassem marcados em sua camiseta. Comecei a suar frio e, de repente, pensei em voltar atrás e pedir um táxi. Mas não tive tempo. Mais que depressa a Aline se sentou no meu colo, bem em cima do meu pau. Quando ela fechou a porta e meu irmão deu a partida no carro eu vi que não tinha mais volta.
Comecei a me excitar na mesma hora, quase na mesma velocidade em que o meu nervosismo começou a aumentar. E eu não queria que minha sobrinha percebesse o que estava acontecendo. Para complicar, ela reclinou o corpo para a frente, cruzando os braços sobre o encosto do banco da frente, no qual meu irmão ia sentado dirigindo.
Quando ela apoiou o queixo no encosto do banco eu me desesperei, pois nessa posição ela pressionava ainda mais a bundinha em cima do meu cacete. Deus do céu! Ainda bem que nem minha cunhada nem o meu irmão podiam ver a minha cara de sofrimento pelo retrovisor. E a Aline ali em cima de mim, como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo.
Minhas mãos eram outro problema, já que não havia muito espaço para eu colocá-las e eu não queria de forma alguma tocar o corpo ou pernas da Aline. Optei por deixá-las paralelas ao meu corpo, o que era uma posição muito incômoda. Eu parecia um soldado montando guarda, concentrado, me esforçando ao máximo para não fazer nenhum movimento inadequado.
À medida que o carro do meu irmão ia ganhando velocidade o meu nervosismo ia aumentando junto. Cada freada ou acelerada, assim como os infelizes buracos no asfalto de Goiânia, gerava um movimento involuntário dos ocupantes do veículo, principalmente na minha sobrinha.
Nessas horas a Aline rebolava o traseiro em cima do meu pau, que já estava em plena ereção dentro da minha calça jeans. Que loucura! Eu nunca tinha estado em uma situação tão desesperadora. Meu medo era que ela percebesse o que estava acontecendo, já que eu não sabia como ela ia reagir.
Parecia que a qualquer momento eu ia ouvir uma frase do tipo "Mãe, o tio Edson está com o pipiu duro aqui embaixo de mim". Mas, ao contrário do que eu imaginava, ela parecia não perceber nada, ou pelo menos fazia de conta que não estava percebendo. E o meu irmão e minha cunhada iam conversando animadamente nos bancos da frente.
- Edson, você vai ficar lá em casa, né? - meu irmão me perguntou de repente. - Sim, sim... aí de lá você pode me levar para um hotel! - Hotel?!? - a Cláudia interveio. - De jeito nenhum! Você vai ficar lá em casa até encontrar um local pra você morar!
- Não, Cláudia... eu não quero incomodar vocês! Além disso, a casa de vocês é pequena... não tem quarto sobrando lá pra mim! - insisti. - Não é grande, Edson... mas tem sempre lugar para alguém da família... não é, Josias? - minha cunhada falou, com um enorme sorriso.
- Sim, a gente dá um jeito! Não precisa ir para hotel não, Edson! - meu irmão complementou. - Mãe, o tio Edson pode ficar no meu quarto! - minha sobrinha propôs toda animada.
- Foi o que eu pensei, filha! Ele dorme lá e você dorme no sofá da sala! - a Cláudia disse. - Edson, não se preocupe... a Aline até prefere dormir no sofá... não é filha? - Mas eu não quero incomodar vocês não! - insisti. - Não é justo eu tirar a Aline do quarto dela... além disso, as coisas dela estão lá... acho que vai dar problema!
- Pára, tio Edson! - minha sobrinha respondeu e virou o rosto para me olhar. - Se eu precisar de alguma coisa eu vou lá pegar... além disso, a sala e o meu quarto ficam colados... nem preciso subir as escadas! - Viu, Edson? Não tem nenhum problema, meu irmão! Você é de casa! - o Josias concluiu e sua mulher sorriu satisfeita.
- Está bem... mas só até eu conseguir alugar alguma coisa pra morar! - Que bom! Nossaaa! Vai ser muito divertido, tio Edson... quero saber tudo o que senhor fez estes anos... tenho muita curiosidade sobre a Espanha! - a Aline falou sorridente, enquanto seus pais começaram a conversar entre eles sobre algumas coisas que precisavam comprar.
Depois de alguns segundos minha sobrinha deixou a cabeça cair sobre o meu ombro, ao mesmo tempo que me abraçou, aprisionando os meus braços com os seus. Me desesperei novamente. Não era possível que meu irmão e minha cunhada não estivessem vendo aquilo. Comecei a rezar para que chegássemos logo em casa.
As pernas da Aline estavam agora paralelas com as minhas, o que fez com que aquela dança infernal de sua bunda em cima do meu pau parasse um pouco, me dando um pequeno descanso.
No entanto, eu agora tinha uma nova fonte de inquietude: através da minha camiseta eu podia sentir os peitinhos dela apertados contra o meu corpo. Que loucura! Acho que eu estava suando frio. Para complicar, por causa da posição, o decote dela estava a menos de 20 centímetros abaixo dos meus olhos.
E o cheiro da Aline estava me levando à loucura. Era um cheirinho de banho, de perfume delicado, cheiro de menina novinha. Procurei resistir ao máximo. Eu não queria que ela percebesse que eu a estava observando. No entanto, o impulso falou mais alto.
Olhei para o decote da camiseta dela, e ele me revelava apenas parte de sua pele, mas foi o suficiente para eu ver um bom pedaço de seus peitinhos durinhos e novinhos, firmes e de bom tamanho, sem ser exageradamente grandes. Meus olhos analisaram cada detalhe daqueles morrinhos, como se eu quisesse memorizar aquela visão deliciosa.
De repente desviei meus olhos levemente para ver o rosto da minha linda sobrinha, que continuava apoiada em mim. Levei um susto danado ao perceber que ela estava me olhando fixamente. Ficou mais que claro que ela tinha percebido que momentos antes eu estava hipnotizado por seus peitinhos.
Senti meu coração disparar por causa do meu nervosismo, e minha garganta começou a se fechar, como se eu estivesse me afogando. Levantei o meu olhar e todo o meu rosto, tentando disfarçar o que era impossível de disfarçar. Deus do céu! Que situação mais complicada. E o meu irmão e minha cunhada conversando tranquilamente nos assentos da frente.
Durante uns intermináveis segundos minha mente imaginou as mais terríveis situações que poderiam ocorrer a qualquer momento se a Aline chamasse a minha atenção por aquilo na frente de seus pais. Parecia que a qualquer momento ela ia falar algo parecido com "Mãe, o tio Edson está olhando para os meus peitos!".
Repentinamente ela retirou os braços do meu pescoço e ombro e, rodando o corpo em cima de mim, voltou a olhar para a frente. Nessa hora senti como se o mundo fosse acabar. Eu já esperava levar uma bronca do Josias e da Cláudia, enquanto a minha mente, incapaz de construir um pensamento coerente, tentava desesperadamente encontrar uma solução para o problema iminente.
Mas, para minha sorte, minha sobrinha não falou nada, apenas se limitou a apoiar o queixo no encosto do assento dianteiro novamente, ficando em completo silêncio. E enquanto isso a minha cunhada estava envolvida em uma intensa conversa com o meu irmão.
No entanto, eu estava longe de me acalmar, pois imaginei que a Aline estava muito incômoda com aquilo tudo. De imediato comecei a me recriminar em minha mente por aquela conduta. Onde já se viu o tio ficar de pau duro em uma situação que talvez fosse a coisa mais normal para uma menina na idade dela?
Eu estava em pleno auto flagelamento mental quando senti suas mãos segurando as minhas e as puxando para a frente. Fiquei surpreso com isso e não esbocei nenhuma reação, apenas deixei ela fazer o que ela pretendia enquanto eu tentava entender o que estava acontecendo.
A Aline cruzou meus braços sobre o seu abdômen, bem debaixo de seus peitinhos. Que coisa mais louca! Dessa forma meus antebraços sentiam a parte inferior de seus seios, enquanto eu lutava desesperadamente para controlar as minhas mãos e não fazer nenhum movimento brusco que pudesse interromper aquele delicioso abraço ao qual eu estava sendo forçado.
Meu braços ao redor da cintura da Aline fez com que ela, aprisionada, recuasse um pouco mais o seu corpo em direção ao meu, iniciando novamente a dança sensual de sua bundinha em cima da minha rola. Poucas vezes eu tinha visto um traseiro igual o da minha sobrinha: bem firme, durinho e muito redondinho.
Bem, eu já tinha "visto" várias bundinhas assim, principalmente na Espanha, mas nunca tinha tido uma assim em cima de mim, castigando o meu pau. Meu tesão estava chegando a um nível muito perigoso, e aumentava a cada movimento que minha sobrinha fazia no meu colo. E aquela calça coladinha ao seu corpo deixava eu sentir até mesmo as costuras de sua calcinha.
Nesse momento percebi que a Aline estava movimentando a bunda mesmo sem meu irmão frear o carro ou passar em algum buraco ou coisa assim. Era ela quem estava provocando a dança de seus quadris em cima de mim. E eu já não estava aguentando mais. Ela alternava movimentos circulares bem sutis com outros que iam para a frente e para trás.
Eu estava com um medo danado de que meu irmão e minha cunhada percebessem alguma coisa, mas eles continuavam atentos ao trânsito e conversando animados. Nisso resolvi apertar meus braços ao redor da minha sobrinha um pouco mais, ao mesmo tempo que os subi alguns centímetros, para ficar bem em cima de seus peitinhos. E ela, curtindo cada vez mais o que fazíamos, pressionou ainda mais o bumbum em cima de mim.
Apesar de tudo o que estava acontecendo, minhas mãos continuavam quietas, obedecendo um certo limite, para não criar uma situação que poderia sair de controle. Minha pica estava atravessada na minha calça, dura, pulsando de tesão, a ponto de explodir em um orgasmo a qualquer momento.
Tentei desviar minha atenção para alguma outra coisa. Comecei a observar as casas ao longo da rua, mas todo o esforço era inútil. Aquela jovenzinha sentada no meu colo estava a ponto de me fazer gozar. Senti a porra sair do meu saco e já começar a percorrer o caminho até a glande. Eu ia gozar ali mesmo. E ia melar toda a minha cueca e a minha calça.
- Chegamos, Edson! - minha cunhada falou enquanto meu irmão diminuía a velocidade do carro e entrava na garagem da casa. Que felicidade! Nunca me senti tão contente em toda a minha vida. Finalmente eu ia poder sair de baixo da Aline e bater uma punheta para aliviar toda aquela tensão.
Tão logo o carro parou na garagem o meu irmão já desceu e foi abrindo o porta malas. - Aline, ajuda a sua mãe a preparar seu quarto para o seu tio enquanto a gente pega as coisas! - o Josias falou e a minha sobrinha abriu a porta do carro e desceu, saindo de cima de mim e me dando um certo alívio.
Sem falar nada ela saiu atrás da Cláudia, como se nada tivesse acontecido. E eu fiquei ali dentro do carro, sentado e tentando disfarçar a minha ereção, morrendo de medo, pois eu sabia que qualquer movimento das minhas pernas poderia fazer meu pau disparar meu esperma descontroladamente.
Para complicar, meu irmão aguardava a minha ajuda. Respirei fundo e procurei me acalmar. Mas minha vontade era correr para um lugar mais reservado e bater uma rápida punheta. Por sorte, meu irmão estava tão concentrado em descer as minhas coisas que nem percebeu o meu estado, o que me permitiu sair do meu assento com mais tranquilidade, com o pau ainda duro.
Finalmente terminamos de carregar toda a minha bagagem para dentro da casa, enquanto a minha cunhada e a minha sobrinha arrumavam o quarto para eu ficar. Por alguns instantes eu fiquei sozinho sentado no sofá da sala, e aproveitei esses segundos para recuperar o meu fôlego e me acalmar, já que o meu tesão ainda continuava lá nas alturas.
- Edson, eu e a Cláudia vamos ao supermercado aqui perto comprar algumas coisas... mas é coisa de uma hora mais ou menos... aproveita pra descansar um pouco! - meu irmão anunciou. - Aline, pega um toalha para o seu tio tomar banho! - Obrigado mais um vez, Josias! - agradeci enquanto eles saiam.
Minha sobrinha não se encontrava por perto, mas pude ouvir movimento no andar de cima, onde ficava o quarto de seus pais. Na hora imaginei que ela estava lá procurando a toalha que meu irmão tinha pedido. E eu, já instalado no quarto dela, abri minha mala para pegar roupa limpa e tomar meu banho logo.
Minha idéia era aproveitar este momento sozinho no banheiro para bater uma punheta bem gostosa e aliviar todo o tesão que eu ainda estava sentindo. Nesse momento minha sobrinha entrou no quarto com uma toalha nas mãos. - Tio, aqui está a toalha! Se o senhor quiser pode usar o banheiro aqui de baixo... só eu uso ele... pode ficar à vontade, tá?
- Tudo bem... obrigado, Aline! - respondi, enquanto me perguntava se o que tinha acontecido no carro ia continuar, já que agora estávamos sozinhos. - Se o senhor precisar de alguma coisa me chama, tá?... vou estar na sala vendo TV! - ela disse, e sua naturalidade me deixou surpreendido e sem jeito.
Minha sobrinha estava agindo de tal forma que pensei por um momento que talvez o que tinha acontecido não teve nenhuma intenção sexual por parte dela. Talvez ela estivesse apenas demonstrando afeição. E eu, com a minha mente poluída e sem meter há um bom tempo, tinha interpretado tudo de forma errada.
Ao entrar no banheiro eu ouvi a TV ligada na sala, e isso me convenceu de que eu realmente tinha entendido tudo errado. Me senti um verdadeiro idiota ao fantasiar com a minha sobrinha, que provavelmente já tinha seu namoradinho e não estava nem um pouco interessada em um cara mais velho como eu. "Ainda bem que o Josias nem a Cláudia perceberam nada!", pensei mais animado.
Tirei minha roupa e liguei o chuveiro, dando início ao meu banho. Minha ereção já não era tão firme, mas ainda estava em um nível suficientemente alto para bater uma punheta que aliviaria a minha tensão. Com certeza isso faria com que eu me sentisse mais tranquilo durante o resto do dia e evitaria novas situações incômodas.
Eu estava punhetando meu pau lentamente, o qual estava em plena ereção novamente, e me imaginando fodendo a Aline nas mais variadas posições, chupando sua bucetinha novinha e perfumada e depois gozando em cima de seus peitinhos lindos. Nisso percebi a porta do banheiro se abrindo repentinamente.
A cortina do box não me permitia ver quem era, mas só podia ser a minha sobrinha. Como ela tinha me falado que só ela usava aquele banheiro, imaginei que ela estava procurando alguma coisa, e por isso não fiquei tão surpreendido. Ainda assim, mesmo percebendo que a cortina também não permitia que ela me visse, fiquei de costas, tentando ocultar a minha ereção.
Passaram-se uns instantes em silêncio, no qual ouvia-se apenas o barulho da água do chuveiro. Em seguida senti a porta do banheiro sendo fechada. Com certeza a Aline já tinha voltado para a sala. Dei a volta para terminar minha tão desejada punheta mas levei um susto tão grande que quase caí.
Minha sobrinha estava parada dentro do banheiro, me olhando. Sem que eu percebesse ela tinha puxado um pouco a cortina e estava agora me observando. Fiquei paralisado, sem saber como reagir. Ela, no entanto, parecia ter controle total da situação. De imediato ela ficou de joelhos, fora do alcance da água do chuveiro, para evitar molhar sua roupa. E eu ainda completamente imóvel.
Totalmente decidida ela esticou seus braços, pegou nas minhas pernas e me puxou até ela. Eu estava tão surpreso que me deixei levar por seus braços, os quais me situaram a poucos centímetros de seu rosto. Procurei seu olhar, mas ela estava olhando fixamente para o meu pênis.
Passou-se um longo segundo, até que ela finalmente segurou meu pau com um das mãos, abriu sua boca gentilmente e engoliu a cabeça da minha pica. A sensação foi muito gostosa. - Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh... Alineeeee...! - fechei os olhos e inspirei profundamente. Eu não podia acreditar no que estava acontecendo. Aquela princesinha estava chupando minha rola.
Novamente abri meus olhos para vê-la, mas ela não levantava seu olhar de jeito nenhum, e estava muito concentrada enquanto enfiava e tirava o meu pau de sua boquinha linda. Nessa hora percebi que ela estava tentando enfiar cada vez mais fundo em sua garganta. 18cm não é um recorde mundial, mas também não é pouca coisa. Por isso ela estava tendo certa dificuldade.
No entanto a Aline continuava tentando engolir todo o meu pau, sem ter muito sucesso. De repente ela segurou minha pica só com os lábios e, usando ambas as mãos, segurou as minhas e as levou até a sua nuca. Depois suas mãos foram até a minha bunda e me seguraram firmemente nessa região.
Pensei que ela queria que eu a acariciasse, e comecei a brincar com seus cabelos, mas suas intenções eram claramente outras. Rapidamente ela tirou suas mãos da minha bunda e novamente foi ao encontro das minhas, apertando-as com força em sua nuca. Então percebi que ela queria que eu empurrasse sua cabeça em direção ao meu pau. E foi o que fiz.
Eu não conseguia acreditar. Aquilo era um sonho, um sonho inesperado que estava se tornando realidade. Enquanto eu apertava sua cabeça gentilmente contra mim, ela segurava minha bunda e me puxava em direção a ela. Com isso ela conseguiu engolir mais alguns centímetros, sempre sugando e babando na minha pica.
Procurei seu olhar novamente, e vi que ela finalmente estava me olhando bem nos olhos. E seu olhar parecia estar pedindo mais, e resolvi corresponder. Pressionei sua cabeça com mais força e meu pau entrou ainda mais em sua boquinha quentinha e molhada. Senti a cabeça da minha rola tocar sua garganta.
Pensei que já era o bastante e afrouxei um pouco a pressão em sua nuca, mas ela fechou a cara em sinal de protesto, ao mesmo tempo que me olhava com uns três quartos do meu pau dentro de sua boca. Em seguida ela forçou a boca em direção à minha pélvis, em um claro sinal de exigência, o qual confirmei em seu olhar. Ela queria ir até o fim mesmo.
Segurei sua nuca com mais força ainda e apertei com vontade mesmo. Meu pau foi descendo centímetro por centímetro em sua garganta apertadinha e quente. Que loucura! Sua língua saiu de sua boca e ficou roçando meu saco, ao mesmo tempo que suas mãos continuavam apertando firmemente as minhas nádegas.
A Aline estava satisfeita por ter conseguido o seu propósito de enfiar todo o meu pau em sua boca, e agora parecia mais à vontade. Alegremente ela alternava lambidas com chupadas. Um segundo ela brincava com a cabeça da minha rola, e no outro ela enfiava novamente, até o fundo de sua garganta. Tudo isso sem a ajuda de suas mãos, já que estas continuavam apertando a minha bunda.
- Ohhhhhhhhhhhh... minha sobrinha linda... que delícia, Aline! - gemi como um louco, prestes a gozar. Só o fato de estar sendo chupado pela minha sobrinha já era algo sublime, mas ver os seus olhinhos me olhando fixamente era algo difícil de acreditar.
Ficamos assim por uns 10 minutos. Ela chupando meu pau deliciosamente e eu cada vez mais próximo de um orgasmo. De repente ela deixou escapar minha pica de sua boca e me olhou por uns instantes. - Tio Edson, dá leitinho quentinho na minha boca... dá? - ela falou com uma carinha tão linda que jamais vou esquecer.
- Sim, deliciazinha do tio... chupa mais um pouco que o tio vai te dar leitinho nessa boquinha linda, tá? - falei com dificuldade, pois ela já estava com meu pau todinho enfiado na boca novamente, chupando, sugando e babando. Seus lábios estavam encostados na minha pélvis e sua língua roçava as minhas bolas, mas isso ainda não a deixava satisfeita, pois ela continuava apertando, querendo mais, como se quisesse me devorar inteiro.
- Ahhhhhhhhhhhhh... que delícia... vou gozarrrr... vou gozarrr...! - não me aguentei mais e explodi dentro de sua boquinha. - Hummmm... hummmm...! - ela só gemeu e fechou os olhos, à medida que meu pau cuspia uma enorme quantidade de porra bem no fundo de sua garganta. Minha sobrinha engolia tudo e continuava chupando, toda gulosa.
Me segurei em sua cabeça para me apoiar, já que minhas pernas tremiam como nunca. - Nosssaaaaaaaa... leite quentinho... só pra mim... hummmmmm... hummm...! - ela falou e continuou sugando, até a última gota que saiu da cabeça da rola. Quando ela finalmente soltou minha pica eu recuei meu corpo e me encostei na parede para não cair.
Satisfeita, ela se levantou e, sorridente, me entregou a toalha. - Pega, tio! Termina seu banho ou meu pai vai reclamar da conta de água! - ela falou, com um enorme sorriso nos lábios. - Não se preocupe... já vou acabar! - respondi timidamente.
- Acabar?!?... mas o senhor já acabou na minha boca, não? - ela falou com uma risadinha e fiquei de boca aberta com o que eu tinha acabado de ouvir. Minha sobrinha realmente estava me surpreendendo. Eu jamais imaginava ser tão bem recebido na minha volta ao Brasil. - Na verdade você me deixou surpreso, Aline! - falei, finalmente.
- Foi? Pois está apenas começando, tio... está apenas começando! - ela me respondeu com um olhar cheio de insinuação e saiu do banheiro. E na verdade estava apenas começando mesmo. Depois do que aconteceu nesse dia eu jamais poderia imaginar todo o resto que viria em seguida. Mas isso eu conto depois.
Se você gostou deste relato e gostaria de ver a continuação, deixe seus comentários abaixo. Dependendo dos comentários e pedidos eu volto para contar as próximas partes. Muito obrigado por terem lido.
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Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
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