Passaram-se dois dias, até que meu sobrinho André chegou em minha casa, pouco depois do meio dia, dizendo que estava a mando da Joyce, minha irmã, buscando uns documentos.
Vi, na hora, que tratava-se de pretexto para me procurar. Eu disse-lhe que ele teria de esperar um pouco, pois os documentos não estavam à mão, e eu teria que procurar.
- Tudo bem, tia. Não tem pressa, só que eu queria levar hoje pra não ter que voltar amanhã. Posso esperar?
- Não tem problema, André... só vou demorar um pouquinho pois não tenho certeza de onde guardei.
Meu marido, que estava me esperando para me levar de carona até o centro da cidade, onde tenho escritório, intercedeu na conversa dizendo que ele não poderia me esperar, pois estava com horário marcado para atender um cliente.
- Não tem importância, amor... se o André levar esse material para a Joyce eu nem precisarei ir ao escritório hoje.
Acompanhei meu marido e minha filha até o carro e após um carinhoso beijo de despedida vi-o se afastar até dobrar a esquina da rua. Quando o carro sumiu, uma enorme ansiedade tomou conta de mim. Sensações que eu não conseguia identificar.
Ao entrar novamente em casa, meu sobrinho estava parado no meio da sala. Virei-me, tranquei a porta e num gesto de surpreendente espontaneidade caminhamos apressadamente um na direção do outro.
Nos beijamos, pronunciamos alguns murmúrios ininteligíveis e nossas mãos passaram a procurar os objetos de prazer que um carregava para o outro. Enquanto minhas mãos, já por dentro da bermuda, acariciavam desordenadamente o mastro que já se avolumara, suas mãos se dividiam entre minhas nádegas, coxas e seios.
Ele me soltou, e foi se afastando, tirou a camiseta e a bermuda, até se recostar em uma poltrona estofada, onde iniciou o movimento típico da masturbação. Por alguns instantes ele próprio acariciava o pau, volumoso como sempre, enquanto me olhava cheio de erotismo e desejo.
Num gesto de mulher vulgar, passei a me tocar também. Com uma mão percorri minhas coxas, até alcançar minha xoxota, com a outra, também por baixo do vestido, acariciei-me os seios, até que livrando uma alça deixei completamente à mostra. Procurando ser sensual eu apertava o biquinho entre meus dedos e soltando risadinhas histéricas e passando a língua entre meus lábios.
Ficamos assim, nos olhando, por alguns minutos. Coincidentemente procurei completar o clima de orgia que se armava e cantarolei: - ... na casa da titia... de noite e de dia, na casa da titia... - Tira tua roupa, tia... tira devagarinho...
Enquanto ele se aproximava, passei a tirar lentamente o vestido, depois o sutiã, depois a calcinha, até que ficamos frente a frente, completamente nus, em plena sala da minha casa. Envolvida pelo clima de libidinagem repeti novamente:
- ... na casa da titia... de noite e de dia, na casa da titia, depois que o titio saiu...
Ajoelhei-me à sua frente e fiquei com aquele mastro rijo e avermelhado e quente a centímetros de meu rosto. Abocanhei delicadamente. Ele, também delicadamente segurava minha cabeça forçando um leve movimento de vai-e-vem.
Com a outra mão ele acariciava meus cabelos, meu rosto, e vez por outra segurava seu pênis, fazendo com que eu o soltasse da minha boca e batia com ele nos meus lábios, na face. Riamos baixinho, um riso malicioso, cheio de veneno e sedução.
Passaram-se uns minutos, não sei quanto ao certo. Lembrei do que já havia ocorrido e falei:
- André, faz na tia aquele carinho do outro dia, lá no escritório... - Aquele carinho que tu diz é chupar tua buceta, tia? Lamber teu cuzinho...
Sorri, meio sem graça e me deitei no chão da sala, sobre o tapete. Ele repetiu tim-tim por tim-tim tudo o que havia me feito delirar de prazer, sobre a escrivaninha do meu escritório. A sua língua em minhas pernas, coxas, em meu clitóris... em meu ânus. Um prazer arrebatador. Novamente uma viajem alucinante de prazer e volúpia.
O telefone tocou. Sem sair do lugar, estendi o braço e consegui pegar... atendi, era meu marido, perguntando se eu não iria ao centro e se estava tudo bem.
- Quem era, tia? - O Sérgio... querendo saber se estava tudo bem. Se ele soubesse, André... como está... tudo bem... - Vamos pra tua cama, tia... lá vai ficar melhor.
- Na minha cama não, André. Pelo menos isso vamos respeitar. - Tá bem... nada como ser uma boa esposa...
E então ele colocou-se por cima de mim, buscando iniciar a penetração. - ... mas agora manda a esposa descansar e põe a putinha no lugar dela...
Era impressionante como eu estava envolvida pelo clima de sexo e prazer, Pois quando senti que a penetração se iniciava, envolvi minhas pernas no corpo dele, e puxando-o contra mim forcei uma entrada mais rápida da pica dele em mim.
Iniciamos um jogo delirante de movimentos, de caricias, de palavras e frases obscenas, palavrões, insultos, que foram aumentando, aumentando, até que chegamos ao clímax dessa libertinagem.
- hhhaaannn, tia Magda... mexe, tia... mexe... puta sem vergonha... aiii, tia... tiazinha... é do caralho trepar contigo... puta gostosa...
- Tu gostas, não é, seu sem vergonha?... então faz, André... faz gostoso... fode a tua titia puta... a tua coroa gostosa... fode, meu gurizinho mimoso... tu é o sobrinho mais amado do mundo... fode bem essa tua vagabunda...
- Vagabunda... tu é muito puta, tia... puta e sem vergonha... teu marido na rua trabalhando e tu aqui... na maior putaria... tu não tem vergonha... não tem vergonha?? puta... vadia...
Por um segundo, pensei que ele estava dizendo a mais pura verdade. Eu havia perdido completamente a vergonha. Meu marido na rua, no trabalho, e eu ali - usando as palavras do meu sobrinho - na maior putaria, abrindo meu lar para a luxuria e a libidinagem.
Olhei em volta e vi a sala de minha casa, lugar onde por tantos anos convivi com meu esposo, minha filha, meus familiares, sendo agora palco de uma cena de sexo sem qualquer pudor.
Aquela situação de humilhação me excitava mais ainda. Completamente corrompida, meu corpo e meu pensamento queriam submeter-se a mais volúpia, mais devassidão, mais sacanagem. Um pensamento passou em minha cabeça e, consciente da loucura total, não hesitei: provoquei uma pausa no movimento copular que fazíamos e falei:
- André, recorda na nossa primeira vez, dentro do carro, quando eu disse que não tinha mais os seios bonitos como os das meninas, nem a pele sedosa como a delas???
- Sim, tia... lembro... porque?
- Porque eu lembrei de uma coisa que ainda é virgem em mim... nunca ninguém brincou de sexo ali... se tu quiseres vai ser o primeiro...
Ele se fez de desentendido. Sorriu, perguntou o que era. Apesar de todo meu grau de excitação não me senti à vontade para falar. Sai fora da penetração em que nos encontrávamos, levantei e caminhei até o banheiro. Voltei trazendo um tubo de creme hidratante, deitei-me no mesmo lugar, próximo a ele, porém de bruços e virei levemente o rosto para perguntar:
- Entendeste, meu amorzinho?
- Não, tia Magda... não entendi... - ele falou, mas me dei conta que ele estava apenas querendo erotizar ainda mais, pois com a mão, passou a acariciar minhas nádegas, até encontrar o anel de meu ânus, onde passou a roçar levemente o dedo...
- ... é isso, tia... é teu cuzinho que tu guardou virgem pra mim? É o teu rabinho que nunca ninguém comeu e agora eu vou foder pela primeira vez...??? ... responde, tia... ... é o seu cu, tiazinha??? ... responde, cadela... é no rabo que tu quer levar pica???
E nesse nível de conversa, mesclando palavrões com elogios as minhas coxas, ao meu bumbum, ele passou a lubrificar o pênis com o creme que eu havia trazido. Em seguida ele derramou um pouco em meu rego e com o pênis mesmo, em lentas pinceladas, lubrificou meu botão anal. Na iminência do acontecimento, falei:
- Devagar, André... a tia nunca fez... tenho medo que doa...
Então, vagarosamente, ele foi introduzindo o pau em meu ânus, último reduto inexplorado de meu corpo de senhora. Mesmo com a lubrificação abundante a penetração me provocava uma sensação de ardência e um pequeno dolorido no orifício invadido.
Ao contrário do coito vaginal, que ele sempre fazia com determinação, agora ele introduzia lentamente, sem o vai-e-vem característico. Suas palavras mesclavam cuidado e incentivo. Cuidado, para que eu não me sentisse demasiadamente pervertida e incentivo erótico, para que eu me permitisse viver o momento com envolvimento e prazer.
- ... ai, tia... que gostoso... bem quentinho... bem apertadinho... posso meter mais, tia? - mete... devagarinho, amor...
- que tu tá sentindo, tia? é gostoso? é bom? - é bom, amorzinho... mas vai devagar... devagar... assim...
Então ele demonstrou todo seu grau de excitação:
- ... puta que pariu, tia Magda... que coisa do caralho... que tesão... que tesão que dá comer teu rabo... puuutaaa... tu é foda, mulher... tu é muito foda, tia...
- ai, amorziiinho... foi tu que me deixou assim, André... tu que me leva a aceitar essas coisas. É tu que me enlouquece com isso, André...
Esse pequeno dialogo demonstrou que estávamos entregues àquela luxuria e que eu estava aceitando, gostando, querendo aquele prazer até então desconhecido.
Os movimentos se intensificaram e senti que seu pênis estava totalmente introduzido em meu ânus. A ardência e o dolorido que referi antes se tornaram um pouco maiores, mas longe de ser um desconforto passaram e ser uma sensação de prazer. Eu sentia sua volumosa massa peniana abrindo caminho entre minhas nádegas, rasgando minhas entranhas, perfurando meu ânus.
De repente paramos de falar e apenas sussurros e murmúrios se misturavam no ar com o som dos nossos corpos em choque. A batida de seus coxas nas minhas, seu púbis com minhas nádegas, formaram um concerto erótico enlouquecedor. Não consigo descrever a cena, à medida que aumentava o movimento aumentavam os gemidos e os ruídos do choque de nossos corpos.
Em um determinado momento, ele colocou uma das mãos em minha nuca, forçando com que eu encostasse o rosto no chão. Em função disso, meu bumbum ficou ainda mais empinado e meu ânus ofereceu uma abertura maior permitindo, assim, que com uma estocada firme ele atingisse a penetração total.
A flexão intensa provocou sons como se eu estivesse soltando gases, ensejando nele um comentário entre erótico e depravado: - Peida, putona, peida...
Envolvida pelo clima eu olhei para trás com um sorriso de cumplicidade: - ... ai, André, que vergonha...
- Vergonha é roubar e não poder carregar, tia... e tu tá carregando meu pau inteirinho no cu... que delícia!!!!
Meu orifício anal completamente dilatado permitia que ele tirasse a pica de dentro e colocasse novamente sem qualquer resistência.
- Aqui "tá tudo dominado", tia... teu cu se alargou... tá um cuzão pronto pra receber meu pau.
E, então, introduzindo até minhas entranhas se sentirem tocadas, entre uma e outra estocada, ele teve um orgasmo como eu jamais havia visto, em intensidade e quantidade. Por um longo tempo senti o latejar de seu pênis dentro de meu ânus. Isso, aliado aos movimentos e às palavras de baixo calão que ele pronunciava tornavam claro que ele estava em alto grau de excitação e gozando intensamente.
- ... hhhuuummmm... tia... to gozando... hhunnn... mexe... mexe, tia Magda... mexe, puta sem vergonha... rebola teu cu, tiazinha... remexe esse cu, cadela, puta... puta... puta... muito puta... aaiii... tia... vô encher teu cu de porra... toma leite no cu, tia... ooooiiiiiioooooiii... iiiiooooooiiiiiiii...
E então ele desmoronou por cima de mim. Sua respiração ofegante em minhas costas era a prova de que ele havia ido às altura. O esperma escorrendo em minhas coxas era abundante, e quando ele tirou seu pau de mim, uma enorme torrente escapou de dentro e rolando por minhas pernas, inevitavelmente acabou caindo no tapete. Por muitos dias seria a lembrança daquela tarde.
Caminhei até o banheira, me secando com o próprio vestido. A visão dele, deitado no chão, o pênis já flácido, mostrava a figura de um guerreiro vencido. Um guerreiro do sexo, vencido pelo prazer.
Olhei o relógio, já era quase quatro foras da tarde. Havia duas horas que estávamos ali. Eu não havia atingido o orgasmo, mas temi em ficar mais tempo em situação tão arriscada. Expliquei meu receio e pedi que fosse. Ele se vestiu e nos despedimos.
No banho, fantasiei com sua lembrança e minhas mãos cumpriram a tarefa que seria dele. A frase que ele pediu que eu pronunciasse para sonorizar suas sessões de masturbação pensando em mim, naquela tarde veio em meu benefício.
Ensaboei delicadamente minha vagina e introduzi meu dedo médio...
- ... me fode, André... me fode, cachorrinho da tia...
Continua...
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Fiz uma loucura dando para o meu sobrinho. Descobri que meu sobrinho entrava no meu quarto só para mexer nas minhas calcinhas. Tenho a impressão que sou corno, acho que minha mulher está dando para os nossos sobrinhos, que safadeza. Eu estava dormindo na casa da minha irmã e de repente senti algo quente no meio das minhas coxas, mais tarde vi que era esperma, mas até hoje não descobri quem fez isso comigo. Quero encontrar garotas de programa. Pago GP novinha para sexo, de preferência sexo anal. Sou louco de vontade de meter na minha tia. Minha tia é uma mulher muito gostosa, magrinha, toda empinadinha, se eu pego ela eu a mato de tanto meter naquele cuzinho gostoso. Deixei meu sobrinho ver minha calcinha por baixo da minha saia, e agora ele está louco de vontade de me comer, acho que está batendo punheta o tempo todo.
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Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
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