Vendi meu cú a um velho nojento e descarado - Parte 2 - Final

Publicado por tímida_28 em 12/01/2025
Categoria: Coroas / Mais Velhos
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O Sr. Nilson chegou ao local combinado na hora marcada. Entrei no carro dele e de imediato ele arrancou.
- Pensei que você ia se vestir de uma forma mais sexy! - ele falou, como se estivesse me dando uma bronca.

- Não, seu Nilson... por favor... isso não estava no trato! - falei em voz baixa, sem encará-lo.
- Claro que estava, Núbia! E imaginei que você fosse deduzir isso ao ver a roupa íntima que comprei pra você. Eu te queria mais sexy, mais provocativa! Não com essa calça jeans que você veste o tempo todo!

Enquanto ele falava isso eu fiquei calada. E ele continuou:
- Quero beber um pouco com você antes de irmos para o motel! Vamos resolver o problema da roupa primeiro! - o Sr. Nilson falou e paramos em um shopping. Entramos e ele me fez acompanhá-lo em umas quatro lojas até encontrarmos um vestidinho preto muito curto e com um decote bem generoso.

Tive que experimentar o vestido na loja e sair vestida nele. Eu me sentia como uma puta, e eu estava vestida como a mais puta de todas. O vestido era realmente muito curtinho e apertado. Por onde passávamos eu sentia os olhares dos homens me desejando, me comendo com seus olhares gulosos.

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Descemos até o estacionamento subterrâneo e, assim que chegamos ao carro, o Sr. Nilson me empurrou gentilmente, me fazendo apoiar as mãos no carro e de costas pra ele. Mas que ousadia! Na hora imaginei que ele ia querer meter em mim ali mesmo, no estacionamento.

- Eiiii!! O Sr. ficou doido?!?! Alguém pode nos ver... - tentei protestar.
- Shhhhh... fica quieta! Quero ver se você está vestindo a calcinha que lhe dei! - ele falou isso e enfiou a mão por debaixo do meu vestido. Senti o safado passando o dedo na racha da minha bunda, até encontrar o fio dental que ele tinha pedido pra eu vestir.

Meu deussss!! Enquanto o Sr. Nilson passava os dedos por cima da minha buceta, se certificando de que eu estava mesmo usando o minúsculo fio dental, eu estava morta de vergonha, e não sabia onde enfiar a minha cara. Ele estava me bolinando em pleno estacionamento do shopping. O que minha família ia pensar de mim?

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Depois de brincar um pouco com minha minúscula calcinha, o Sr. Nilson a puxou para cima, fazendo ela entrar um pouco mais na racha da minha bunda e separar mais ainda os lábios da minha perereca. Eu queria morrer de tanta raiva que fiquei. Que vontade de dar um soco bem na fuça daquele velho safado e nojento!

- Entra no carro agora... vamos! - ele falou, abriu minha porta e me fez sentar no banco do passageiro. Nem tive a chance de arrumar minha calcinha, que estava me incomodando demais, pois eu nunca tinha usado um fio dental igual àquele antes.

Saímos do shopping e paramos no primeiro bar que ele encontrou. Por sugestão minha, nos sentamos em uma mesa bem afastada das demais. Eu estava tentando de todas as formas evitar ser reconhecida por um de meus amigos ou alguém da empresa.

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O Sr. Nilson pediu uma bebidas e ficamos em silêncio, apenas olhando o movimento.
- Sempre tive a fantasia de ter uma puta à minha disposição! - ele falou finalmente.

- Mas eu não sou puta... O sr. sabe muito bem porque estou fazendo isso! - respondi secamente.

- Hoje você é uma puta, Núbia! Você está aqui por dinheiro, e é assim que as putas fazem... quero que se comporte como uma! Nada de fingimento nem de decência. Hoje quero você bem solta mesmo! - ele falou e não entendi muito bem, até sentir a mão dele pousar na minha coxa.

Deus do céu! Que situação mais complicada! Eu queria sumir daquele bar, mas eu precisava do dinheiro. Logo a mão dele estava apertando a minha coxa delicadamente e foi subindo pouco a pouco o meu vestido, aproximando cada vez mais da minha virilha.

- Não faça isso! Estamos em público... as pessoas estão olhando! - falei, um pouco incomodada.
- E daí? O que você acha que as pessoas que estão te vendo sentada aqui com essa roupa e com um velho da minha idade estão pensando? Elas sabem que vou te comer esta noite, Núbia! - o Sr. Nilson falou e caiu na risada.

- Meu deusssss... eu nunca fiz isso! Que vergonha! - falei com a voz trêmula, talvez pensando que ele fosse ficar com pena de mim e me levar logo pra minha casa.
- Deixa de bancar a inocente, Núbia! Você não é nenhuma virgem. Abra logo essas pernas que já faz muito tempo que tenho vontade de tocar nessa sua buceta!

Eu estava me sentindo humilhada. Mas eu tinha aceitado a proposta dele e agora eu iria até o fim. Abri minhas pernas levemente e a mão do velho safado foi até a minha buceta. Nossaaaa!! Senti os dedos dele apertando minha xoxota, percorrendo toda a região, como se estivesse medindo seu tamanho.

A mesa ajudava a ocultar os movimentos de sua mão, mas eu me sentia como se todos ao redor estivessem vendo minha buceta enquanto o Sr. Nilson me bolinava.
- Ohhhhhhhhhhh... fazia tanto tempo que eu não tocava uma buceta tão grande, Núbia... que xoxota mais gordinha você tem! - ele falou e fiquei ainda mais sem graça.

O dedo do Sr. Nilson começou a subir e descer pela racha da minha buceta, separando meus lábios vaginais e apertando de vez em quando o meu clitóris. Já fazia um bom tempo que nenhum homem tocava minha xoxota daquela forma, e, sem querer, comecei a ficar meladinha.

Ele percebeu minha buceta ficando molhadinha e começou a mover o dedo mais rápido, me deixando muito excitada. Sem perceber fui abrindo mais as minhas pernas e mexendo meus quadris lentamente, procurando o dedo dele com a minha buceta já em chamas. O safado aproveitou e enfiou mais um dedo.

- Aiiiiiiiiiii... - deixei escapar e abaixei a minha cabeça na mesa, tentando disfarçar o prazer que eu estava sentindo. Por uns cinco minutos o Sr. Nilson ficou girando os dedos dentro da minha xoxota, parando somente quando o garçom se aproximava da nossa mesa. Ele parava com o movimento da mão, mas não tirava os dedos da minha racha.

- Goza no meu dedo, putinha safada! - o Sr. Nilson aproximou a boca do meu ouvido e falou bem baixinho. Nessa hora me descontrolei e comecei a gozar na mão dele, soltando gemidos contidos e me tremendo todinha. Olhei ao redor desesperada, pra ver se alguém estava nos observando.

- Isso, menina gostosa... viu como foi fácil? - ele falou com um sorriso no canto da boca. Meu deussssss!! Eu tinha tido um orgasmo ali, na mesa de um bar, com um velho safado e tarado. Molhei os dedos dele por completo, e senti minha buceta pulsar, querendo mais um pouco daquele atrevimento.

- Chupa! - o Sr. Nilson tirou os dedos melados da minha xoxota e os levou até a minha boca. Aceitei a minha condição de puta daquele safado maluco e lambi os dedos dele, disfarçadamente, até deixá-los bem limpos. Ele sorria, todo satisfeito por estar realizando sua fantasia indecente.

- Já é hora da gente ir, Núbia... acho que você já entendeu o seu papel desta noite, né? - ele falou e fiquei morrendo de vergonha. Sem ser explícito, ele tinha acabado de falar que eu tinha realmente me comportado como uma puta barata na mesa daquele bar.

Depois que ele pagou a conta nos levantamos e fomos em direção ao estacionamento. De mãos dadas com o Sr. Nilson eu ficava imaginando o que mais estava reservado para mim naquela noite. Entramos no carro e saímos em direção ao motel.

Ficamos mudos durante todo o trajeto, o que me deixou ainda mais agoniada. Ao chegarmos ele pediu uma suíte, entramos na garagem e ele me entregou a chave para que eu abrisse a porta do quarto. Enquanto eu o fazia, ele veio por trás de mim novamente e enfiou a mão por baixo do meu vestido.

Fiquei imóvel e nem terminei de abrir a porta. Deixei ele fazer o que ele queria. Senti seus dedos afastando as minhas nádegas e se enfiando dentro do meu fio dental. Um frio percorreu minha espinha. Ele estava procurando o meu cú e, ao encontrá-lo, encostou um dedo e o empurrou suavemente, fazendo a ponta entrar um pouquinho.

- Ahhhhhhhhhhh! - não aguentei e gemi bem baixinho, para não chamar muito a atenção.
- Que delíciaaaaa!! - o Sr. Nilson falou com uma risadinha - Esse cuzinho está apertado demais, menina! Vou me acabar nele... termina de abrir a porta! - ele falou e tirou o dedo do meu cu.

Terminei de abrir a porta e entramos na suíte do motel. Ele não esperou nem um segundo e já foi me abraçando por trás, começando a tocar meus seios por cima do meu vestido, apertando e massageando com força mesmo.

- Você está linda, Núbia... tira o vestido, tira... quero ver a roupa íntima que comprei pra você! - ele falou e obedeci de imediato. Tirei o vestido e percebi que a tanguinha estava toda fora do lugar. Minha buceta estava toda à mostra, já que a tanguinha estava de lado e o fio passava por cima de uma das bandas da minha bunda.

Eu não sabia se ria ou chorava me vendo naquela situação. Meu deusssss!!
- Essa sua buceta é tão grande que nem cabe na tanguinha, heim? - ele falou e minha cara rachou de tanta vergonha. Fiz menção de arrumar mas ele não deixou.

- Não, não... deixa assim! Que gostoso ver essa buceta apertada nesse fio dental! - o Sr. Nilson falou e puxou uma cadeira, se sentando bem na minha frente. Fiquei em pé e ele começou a brincar com a minha tanguinha, enfiando ela na racha da minha bunda e às vezes entre os lábios da minha xoxota.

- Tira essa calcinha agora! - ele falou e obedeci, baixando a tanguinha lentamente - Até aqui! Só até aqui! - ele disse quando a viu na altura das minhas coxas. Ele sabia o que estava fazendo. Ele queria fazer com que eu me sentisse humilhada, e me senti, com a tanguinha daquele jeito, baixada só até onde eu pudesse mostrar a ele minha buceta já bem inchadinha.

- Vem aqui, menina! Vem ver como sua xoxota está gostosa! - ele me segurou pelo braço e me colocou de frente ao espelho. Fiquei surpresa ao ver minha perereca, toda depiladinha e com os lábios inchados das brincadeiras que ele estava fazendo com a minha calcinha.

- Abre sua buceta! Abre pra você ver como ela está! - ele me ordenou e eu o fiz, mas foi mais por curiosidade em ver como a minha buceta estava por dentro do que para lhe dar essa satisfação. Meu clitóris também estava inchadinho e a entrada da minha xoxota estava toda melada.

- Agora brinque com ela! Quero que se masturbe em frente ao espelho! Quero ver e quero que você também se veja fazendo isso!
- Não... não quero! Não gosto de fazer isso! - protestei e tentei sair da frente do espelho.

- Vai fazer sim... volta aqui e se masturbe pra eu ver! - ele falou e me puxou para a frente do espelho novamente. Timidamente eu voltei a separar meus lábios vaginais e com um dedo eu busquei meu grelinho. Eu sentia muita vergonha de ter o Sr. Nilson atrás de mim, olhando pelo espelho como o meu dedo tocava o meu clitóris.

Mas, ao mesmo tempo, essa vergonha me excitava. Comecei suavemente e pouco a pouco fui melhorando, apertando o meu botãozinho e acariciando a minha rachinha cada vez mais forte.
- Ohhhhhh... ahhhhh... meu deussss... que loucuraaaaaaa!!! - comecei a gemer de prazer, involuntariamente.

- Você gosta, não gosta?... você é uma putinha safada, Núbia! Eu sabia que você era! Enfia os dedos nessa buceta... um por um... até enfiar três dedos nessa buceta de puta que você tem! - o safado e tarado falava e meu corpo se arrepiava todinho.

As palavras dele, em vez de me deixar com raiva, estavam me deixando cada vez mais excitada. Ele estava me chamando de puta, de safada, me tratando como uma prostituta barata e eu estava adorando. Enquanto eu me tocava pela frente, senti os dedos dele por trás de mim, massageando minha xoxota.

- Vou g-g-g-gozarrrr... ahhhhhh... a-a-acho que vou gozarrrr... - gemi e falei, com três dedos enfiados bem fundo na minha perereca. Por trás eu sentia os dedos dele disputando espaço com os meus.

- Não goze ainda, sua safadinha! - ele falou bem sério - Nós estamos apenas começando!
Parei de mover os meus dedos mas sem tirá-los da minha rachinha. Ele então tirou a mão dele e ficou passando os dedos ao redor do meu cuzinho.

Eu estava tão concentrada no tesão que eu estava sentindo que nem percebi a intenção dele.
- Aiiiiiiii... meu deussssss... tiraaaaa... tiraaaaa... por favor...!! - soltei um grito quando senti uma dor aguda e terrível no meu cú. O Sr. Nilson aproveitou meu momento de distração e enfiou o dedo todinho no meu cuzinho, até o talo.

Nossaaaaa!! Eu nunca tinha sentido tanta dor na minha vida. Mas acho que foi mais uma dor psicológica, por ter um corpo estranho, nesse caso o dedo dele, dentro de mim. Tentei me livrar mas ele me segurou forte pela cintura, com o dedo engatado no meu buraquinho apertado.

- Fica quieta... e continue com os dedos na sua buceta... não quero que pare! - ele falou e me desesperei.
- Tá... eu continuo... m-m-mas por favor, tira o dedo daí... está doendo!

- Deixa de frescura, menina!! Brinca logo com essa buceta! - ele falou e seu dedo começou a girar dentro do meu cú. Voltei a levar minha mão até a minha xoxota e tentei enfiar os dedos em mim novamente, mas eu não conseguia parar de tentar escapar do dedo dele, que estava entrando cada vez mais fundo no meu ânus.

- Vamos!! Fique se masturbando pra eu ver! - o velho gritou e tirou seu dedo. Soltei um suspiro de alívio mas nem pude comemorar, pois ele voltou a enfiar, e dessa vez foram dois dedos.

- Aiiiiii... meu deusssss... pára, pára... está machucando!!! - comecei a me masturbar pra ele ver e pensei que se eu o obedecesse, ele não enfiaria outro dedo no meu cuzinho já bastante castigado. Me concentrei na minha buceta mas continuei me mexendo e reclamando a cada vez que os dedos dele iam muito fundo.

Com jeitinho o Sr. Nilson empurrou meu corpo de encontro a uma mesa que estava em frente ao espelho. Fiquei deitada de bruços nela, com a bunda empinada. Nessa hora meti meus dedos na minha buceta com muita vontade mesmo. Minha idéia era fazê-lo ficar com tesão a ponto de gozar sem meter em mim.

Mas não adiantou. O terceiro dedo veio junto com os outros dois e senti o meu cú se abrir ao máximo.
- Ahhhhhh... ahhhhhh... ahhhh... por favor, seu Nilson... está doendo muito... tiraaaaaa!!! - gemi e pedi a ele.

Nesse momento ele tirou os dedos do meu cú e se agachou atrás de mim. Senti as mãos dele abrindo as minhas nádegas e sua boca chupando o meu cuzinho com muita maestria. Meu deusssss!!! Meus gemidos agora eram de puro prazer. Que delícia sentir a língua daquele tarado no meu buraquinho apertado, lambendo, chupando e beijando.

Rebolei minha bunda rapidamente, mas agora não era para escapar dos dedos nele no meu ânus, mas sim para sentir a sua língua mais dentro de mim, entrando e saindo do anelzinho do meu cú. Levei minha mão novamente na minha xoxota e me masturbei loucamente.

- Ahhhhhhhhh... que delíciaaaaaa... vou gozarrrrr... vou g-g-g-gozarrrrr... - falei e comecei a soltar uns gritinhos de puro tesão. Eu estava gozando com o Sr. Nilson lambendo e chupando o meu cú. Gozei deliciosamente e ele chupou todo o caldinho que saiu da minha xoxota.

Minhas pernas ficaram fracas e soltei todo o meu corpo em cima da mesa, ficando com a bunda empinada, toda exposta pra ele. Enquanto eu tentava recuperar a minha respiração ele veio e enfiou os dedos de novo no meu cuzinho. Desta vez não doeu quase nada, e não fiz o mínimo esforço para pará-lo.

Senti os dedos dele entrarem e saírem do meu buraquinho, girando e tentando abrí-lo um pouco mais. Fechei os olhos e respirei profundamente, começando a gostar do que ele estava fazendo comigo. Não demorou muito e percebi que algo mais grosso estava empurrando o anelzinho do meu cú.

- Ahhhhhhhhhh... meu deussssss... devagarrrrr... por favorrrrr... - gemi quando o Sr. Nilson me segurou firme pela cintura, me imobilizando, e seu pau foi entrando lentamente pra dentro de mim, me abrindo centímetro por centímetro. A sensação era que ele estava partindo meu ânus em dois.

Comecei a chorar bem baixinho, torcendo para aquela agonia acabar logo. A dor era aguda e muito incômoda, mas eu não pedi pra ele parar, afinal o Sr. Nilson tinha me levado até aquele motel para tirar a virgindade do meu cú, e era exatamente o que ele estava fazendo.

- Ohhhhhhh... está indo muito fundo... nossaaaaaaaa... não enfia tão fundo... por favor... - eu gemia e falava. Mas não adiantava nada. O pau dele estava engatado no meu rabo até o talo. Primeiro ele ficou enfiando e tirando bem lentamente, mas logo aumentou o rítmo, indo mais fundo a cada metida.

Além da dor eu sentia uma vontade imensa de fazer cocô, minha pele estava toda arrepiada e parecia que alguma coisa ia sair de dentro de mim. Mas isso não aconteceu. À medida que ele ia metendo, meu buraquinho ia dilatando cada vez mais e ficando menos doloroso. Mas ainda ardia muito.

- Gostossaaaaaaa... que cuzinho mais delicioso, Núbia... você agora é uma putinha completaaaa... - o safado falava no pé do meu ouvido, enquanto bombava como um louco, batendo o saco nas minhas nádegas. Para minha sorte, a respiração dele aumentou e vi que ele ia gozar.

- Ohhhhhhhhhhhhh... deussssssss... - gemi desesperada quando ele deu uma bombada bem profunda e seu pau cuspiu uma imensa quantidade de porra bem quente bem no fundo do meu cú. Novamente senti uma vontade louca de ir ao banheiro. Por vários segundos a pica dele ficou pulsando dentro de mim, soltando o restinho de esperma.

Quando parou de gozar, o Sr. Nilson ficou imóvel dentro de mim, beijando minha nuca e me falando umas besteiras. Finalmente o pau dele foi amolecendo e eu mesma a expulsei do meu cuzinho. Senti a porra dele descer pelas minhas coxas e saí correndo para o banheiro me limpar, morrendo de vergonha.

Quando saí do banheiro ele entrou e tomou um rápido banho também. Depois de bebermos umas duas cervejas ele fez um cheque com o triplo do dinheiro que eu necessitava para os medicamentos do meu filho. Fiquei tão feliz que me ofereci para dormir com ele naquela noite, e ele meteu na minha buceta e no meu cú novamente. E não reclamei nadinha.

Hoje meu filho está muito bem de saúde e meu chefe me promoveu a um cargo melhor. Agora eu sou gerente da loja, ganho um pouco melhor e o meu cú está à disposição dele todas as vezes que ele quiser me usar. Meus problemas econômicos se acabaram. Podem me criticar, mas cresci profissionalmente usando minha bunda em vez do meu cérebro.

Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Todas as mulheres da minha família foram garotas de programa. Fiz programa com um homem mais velho e ele me ajudou a comprar a minha moto. Sempre que preciso de um dinheiro extra eu dou a minha buceta para um amigo do meu pai. Sou a putinha do meu chefe. Não tenho certeza, mas acho que minha irmã trabalha como garota de programa. Não me importo com o que as pessoas falam, o importante é que tenho dinheiro na hora que quero, basta colocar um anúncio na internet que os homens vem aos montes. Quero ganhar dinheiro transando com homens mais velhos. Minha patroa me pagou pra eu transar com o marido dela.

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Seu Carlos fez vc revelar a puta inrustida em vc e agora todas fantasias que vc nem sabia que tinha estão sendo realizasas
07/03/2025
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Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
04/03/2025
Comedor de Casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
04/03/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícia de conto erótico, adorei sua aventura,eu já passei por uma experiência dessa lá nos anos 80 kkkk
04/03/2025
Gostosa
Sexo: Masculino
RECIFE - PE
Que delícia que conto mais gostoso muito bom ensinar a uma novinha os prazéres da vida
28/02/2025
Sexo: Feminino
-
20/02/2025
Comedor de Casadas viúvas e+
Sexo: Masculino
BH - MG
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
Sexo: Masculino
BH - MG
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
Sexo: Masculino
BH - MG
Delícioso fato vividos por vc e o marido da sua amiga,pena que vc não mora aqui perto de mim gata bjosss
17/02/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
BH - MG
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
17/02/2025
Pica 21cm
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Delicia de relato, imaginei a cena!
17/02/2025
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Muito bom esse conto gostaria de experimentar um dia
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