Meu sogro então sorriu e, me abraçando todo carinhoso, disse: - Leila, vamos falar sério, menina... você fez o que eu esperava de uma mulher gostosa e bem putinha, como imaginei e tinha certeza que você era... você é uma mulher especial que tem tesão demais...!!
Me assustei um pouco ao ouvir o seu Roberto me falar daquele jeito. Abri a boca pra dizer alguma coisa mas não consegui. - Você é daquelas que quando sente um pau esfregando na bunda ou no meio das coxas... se abre e se entrega pro macho...! - ele continuou falando.
Olhei o fixamente nos olhos, adorando ouvir aquelas coisas. - Adorei te comer, Leila... você tem uma bucetinha muito apertadinha... e chupa um pau como deve... e além disso tem uma coisa que gosto muito... leva uns tapas na bunda... sem reclamar...e ainda rebola mais gostoso ainda! - o safado disse, sem qualquer remorso.
Senti que minhas preocupações começavam a desaparecer e então resolvi entrar no joguinho de sedução, que me pareceu ser melhor e mais vantajoso.
- Nossaaaa, meu sogro... o senhor é muito safado, né? Deve ter feito muitas mulheres se apaixonarem... e ainda mais com esse pauzão enorme que o senhor tem! - falei, toda safada.
Ele sorriu, todo satisfeito. Fiz a maior carinha de puta e continuei:
- A verdade é que na piscina... quando me dei conta... eu estava nua e gozando com o senhor chupando minha bucetinha... o senhor é muito sedutor... eu nunca me senti assim antes com nenhum homem... nunca fui santinha... mas sempre fui uma garota séria... nossaaaa... nem acredito em tudo que fiz! E de verdade... foi uma loucura deliciosa!
- Leila, minha querida nora... eu quero que você continue sendo essa putinha vadia que demonstrou ser hoje pra mim... quanto ao meu filho... não se preocupe... ele é um rapaz trabalhador, mas ele já teve três namoradas sérias que queriam se casar... mas todas eram vagabundas interesseiras e que meteram chifres no coitado!
- Sério? - perguntei, doida pra ele continuar me falando aquelas coisas.
- Sim.. apesar de ser um rapaz bonitão e ter dinheiro... ele tem um pau bem pequeno... quando era adolescente eu o levei ao médico pra tentar um tratamento, mas não resolveu muito... com você a coisa é diferente, minha querida!
- Não entendi, seu Roberto... eu sou diferente em que? E outra coisa que o senhor disse... que eu tinha sido quase perfeita... fiquei curiosa... o que faltou, meu querido sogro? - perguntei com um sorriso.
- Bem... agora posso falar... mandei um detetive investigar sua vida... eu tinha que me prevenir e não deixar que nenhuma vagabunda safada quisesse dar o golpe do baú no meu filho... e você tinha uma ficha limpa... sempre trabalhou... fazia faculdade com sacrifícios... boas notas... pagava suas contas em dia... sem defeitos!
- Hummmmm... não acredito, seu Roberto! O senhor tinha desconfiança de mim?!? - perguntei, demonstrando surpresa. - Sim, mas agora já passou! - ele falou. - Agora... pra minha nora ser uma putinha perfeita... só falta dar essa bunda gostosa pra mim... desde o dia que te vi tenho tesão de te enrabar bem gostoso!
- Mas que safado!!... o senhor tá louco, é?... seu pauzão enorme e grosso deixou minha bucetinha toda ardendo... a bichinha está toda dolorida ainda... imagina então ele entrando na minha bundinha... deus me livre... nunca fiz sexo anal... nem com pinto pequeno!
- Leila, só pra você saber, sua putinha safada... pode ter certeza que vou te enrabar... nem que qualquer dia eu tenha que te amarrar... é só te dar umas cervejas e você fica mais taradinha... e você vai gostar da minha pica grossa nesse rabo maravilhoso... não se preocupe... isso vai acontecer!
A empregada entrou trazendo o almoço e por instantes me senti muito desconfortável, certa de que ela sabia do que tinha acontecido na piscina. Olhei bem nos olhos dela procurando alguma evidência, mas ela me encarou normalmente, como ela sempre fazia.
Esta empregada já estava trabalhando na mansão há muito tempo, e era uma senhora já de idade. Com certeza ela já tinha visto muito coisa acontecendo ali e não ia colocar o emprego dela em risco se metendo em assuntos que não devia.
Eu e o seu Roberto paramos nossa conversa reveladora, que estava me deixando bem mais tranquila quanto ao meu futuro. Eu só não sabia ainda como seria, mas dava pra perceber que certamente iria ser repleta de safadezas e sacanagens. E, logicamente, meu sogro iria fazer parte disso.
Durante o almoço nossa conversa continuou alegre e cheia de confidências. Tive a certeza que nada iria mudar quanto ao meu relacionamento com meu querido noivo, que antes de casar já se tornara "corno".
Depois do almoço resolvi tirar uma soneca pra me recuperar de tantas emoções que eu havia passado, e meu sogro safado também resolveu fazer o mesmo.
Antes de irmos para os quartos meu sogro tarado disse que agora que eu tinha me tornado a putinha oficial da casa, ele queria que, quando eu estivesse ali na casa, não era pra usar calcinha nunca e deveria usar vestidos curtos e mini-saias.
Ele também me disse que quando ele mandasse fazer alguma loucura, era pra eu fazer sem perguntar o porquê. Se eu realizasse todos seus fetiches eu iria ganhar sempre ótimos presentes. Percebi claramente que eu ia acabar me tornando uma escrava sexual do meu sogro tarado e pauzudo.
Como eu estava toda queimada de sol, passei hidratante no corpo e me deitei nua no lençol de seda branco. Liguei o ar condicionado e enquanto o sono não chegava, fiquei pensando nas loucuras que estavam acontecendo e logo cheguei à conclusão que eu devia deixar que tudo seguisse do jeito que meu querido sogro queria.
Além de poder gozar bem gostoso, com certeza, dali pra frente minha vida iria melhorar muito. Dormi que nem um anjo e quando despertei senti que meu grelo estava sendo chupado lentamente e com muito carinho. - Eiiii!!! - levei um susto e quase pulei da cama.
- Shhhhhhhhh... sou eu!! - o seu Roberto falou. Que safadeza!! Meu sogro pauzudo estava me acordando com sexo oral delicioso. - Humm... que delícia... vou querer ser acordada sempre assim... adoro que chupem meu grelinho! - falei, toda safada, colocando os dedos nos lábios da minha perereca e abrindo-a todinha.
A língua atrevida do meu sogro percorria a minha buceta todinha, desde o meu cú até o meu grelo. - Faz eu gozar, seu safado... tarado... humm... gostoso.... demais... ohhhhhh!!! - sussurrei, sentindo o orgasmo se aproximar.
Não demorou quase nada pra que eu gemesse mais forte e me contorcesse toda, gozando intensamente. Enquanto eu gozava meu sogro continuava mamando no meu grelo, sugando com muita vontade. Isso fez meu prazer ser ainda mais intenso. Quando viu que eu tinha gozado, ele se deitou ao meu lado e ficou fazendo carinho nos meus cabelos.
- Quer comer minha buceta de novo, não quer? - perguntei ao meu sogro depois de alguns minutos. - Sim, Leila... vou te foder até você pedir pra parar! - o safado falou, me mostrando o pau duro como pedra.
- Pois vai ter que tomar Viagra, sogro querido... eu aguento a tarde toda! - falei e caímos na risada. Em seguida ele me colocou de quatro na beira da cama e veio todo safado por trás de mim. Senti ele pincelar a cabeça do pau na minha racha, massageando meu grelo com sua rola.
- Uhhhhhhhhhhhh... seu safadooooooo... devagarrrrr...!! - gemi quando ele socou aquele pauzão grosso de uma só vez. Nossaaaa!!! Minha bucetinha estava toda molhada, e engoliu a pica dele completamente, me deixando bem preenchida mesmo. Meu sogro era um garanhão e me comia como se fosse um garoto de 19 anos.
Logo mudamos de posição e ele colocou minhas pernas em seus ombros e meteu aquela vara grossa, bem fundo na minha xoxota. Gemi, gritei, chorei, xinguei, e gozei que nem louca, uma vez atrás da outra. Acho que naquele dia tive mais orgasmos intensos do que em toda a minha vida.
Que macho espetacular era meu sogro. Enquanto metia na minha buceta ele chupava meus seios, me mordia, beijava minha boca, puxava meus cabelos e me apertava muito. E eu ali, pedindo mais e mais, querendo mais pica dentro de mim.
Novamente ele quis gozar na minha boca. - Quer gozar na boquinha da sua putinha, né, seu safado?... goza... enche minha boca de leitinho... tarado... goza gostoso... sua nora querida... agora é sua escrava sexual... é disso que você gosta, seu tarado pauzudo! Goza! Vai...!! - sussurrei, toda submissa e bem sensual.
Ele deu um gemido rouco e novamente gozou desesperado, enchendo minha boca. Engoli tudo com prazer, lambendo até o saco enorme dele, todo escorrido de porra. Eu adorava o sabor do sêmen daquele macho, e bebi tudo, até a última gotinha. Depois caímos cansados na cama.
Tomamos um banho demorado e logo estávamos nos abraçando e nos beijando novamente, com muito tesão. É claro que ficamos "brincando" o resto da tarde naquele quarto. Minha bucetinha ficou toda inchada e quando meu noivo ligou, quase na hora da janta, dizendo que estava chegando, meu sogro brincou:
- Quando ele chegar, dá pra ele... ele vai adorar sentir tua bucetinha... vai achar você mais apertadinha. - Seu safado... você não tem dó do teu filho não?... ele trabalhando... e a gente colocando chifres no coitado! - falei com um sorriso nos lábios.
- Leila, deixa de ser boba... ele tem sorte de poder comer uma puta tão gostosa e apertadinha quanto você! Sorri toda safada e disse: - Bem... deixa eu tomar um banho... tirar teu cheiro, seu tarado safado... pra ele não desconfiar.
Saí correndo nua para o banheiro, e meu sogro ainda conseguiu dar um tapa tão forte na minha bundinha que ficou a marca. Meu noivo corninho chegou e após ele tomar seu banho, resolvi seguir aquele conselho safado e fiz ele comer minha bucetinha toda inchada. E não é que logo depois de gozar ele disse que minha bucetinha estava mais gostosa e mais apertada.
Meu sogro sabia tudo de safadeza e era um tarado incorrigível e muito louco. Durante minhas férias fiquei na mansão e, como meu noivo, além de trabalhar muito, de vez em quando tinha que fazer algumas viagens, meu sogro praticamente me comia todos os dias.
Apesar de seus 55 anos, ele tinha um fôlego inacreditável, além de um tesão quase inesgotável. E não demorou muito pra ele fazer o que ele tinha prometido: comer meu cuzinho virgem. Isso aconteceu em uma noite que meu noivo estava viajando.
Eu estava por cima do meu sogro, fodendo o pau dele bem lentamente, enquanto nos beijávamos. De repente, aproveitando que eu estava bem relaxada, ele enfiou o dedo no meu cu de uma só vez, fazendo entrar tudo. Me assustei e tranquei meu ânus, o que me provocou uma dor terrível.
Contraí meus glúteos e tentei escapar, mas meu sogro continuou com o dedo engatado no meu cuzinho. - Nossaaaaa!!!... está doendo muito... tira... por favor!! - falei, demonstrando o quanto eu estava angustiada com aquilo.
- Fica quietinha, putinha... é só um dedo... logo você vai sentir meu pau nessa bundinha... pára de reclamar, sua safada!! - o seu Roberto disse e vi que não tinha saída. Continuei em cima dele, fodendo sua pica enquanto ele fodia meu cú com seus dedos atrevidos.
- Agora ficou tão gostosoooooo... continuaaaaa... tenta enfiar dois dedos... mas bem devagar, tá? - falei e ele atendeu meu pedido. Percebi que meu ânus estava ficando cada vez mais dilatado e aberto. E o tesão lá atrás era tão gostoso. Já estava na hora de experimentar uma piroca no lugar de dedos.
Me virei de bruços e meu sogro se deitou por cima de mim. Depois de beijar minhas costas, minha nuca e falar umas besteiras no meu ouvido, ele encaixou a cabeça da pica no anelzinho já dilatado do meu rabo e soltou seu peso. Deus do céu!! Senti como se eu estivesse sendo partida ao meio.
Ele não teve dó de mim, e meteu com vontade mesmo. E na posição de bruços, com ele em cima da minha bunda, eu não podia fazer nada, a não ser gemer de dor e deixar ele me foder do jeito que ele quisesse. Fui enrabada de verdade mesmo, por um macho que sabia muito bem como tirar o cabacinho de um cuzinho.
Depois de alguns minutos comecei a sentir um prazer indescritível, e passei por cima do meu sogro. Me sentei em cima dele, encaixei a cabeça da rola no meu cú e desci o corpo lentamente, sentindo o pau quase rasgar as beiradas do meu rabinho. Cavalguei meu cuzinho no pau dele até gozarmos os dois, gemendo e gritando de prazer.
O pior é que, apesar da dor que senti no meu primeiro anal, depois de uns três dias eu já estava pedindo pra ser enrabada de novo. Comecei a sentir uma coceirinha no cú que só passava depois que eu dava ele. O coitadinho ficava todo arregaçado depois que o seu Roberto metia sua tora nele, me fazendo gozar como louca.
Tornei-me um putinha ninfomaníaca, e pra me acalmar, só aquela pica enorme e grossa do meu sogro delicioso. Assim, os dias foram passando e logo meu sogro fez com que eu marcasse o casamento com seu filho, dizendo que, quando eu voltasse pra faculdade pra terminar o último ano, ele queria que eu morasse na mansão com eles.
Ele não queria que a nora putinha ficasse longe, talvez com medo de outro cara querer comer a bucetinha que agora pertencia a ele e seu filho. Decidi que eu iria fazer o que meu sogrinho queria e logo depois de tudo acertado para o casamento, percebi que, além de me fazer gozar como nunca, ele sabia ser muito generoso.
Apesar de o casamento ser com separação de bens, uma semana antes meu sogro me deu de presente um apartamento enorme e muito valioso na praia. Além disso, ele fez um depósito generoso em minha conta-corrente.
Quando fui agradecer meu sogro pelos presentes maravilhosos que ele tinha me dado, ele disse que eu merecia tudo isso e logo teria muito mais. Todo safado ele disse que logo iria cobrar de mim com algumas loucuras sexuais.
Retruquei dizendo que ele podia pedir tudo e mais um pouco, pois eu estava adorando ser sua escrava sexual. Estava tudo mais que perfeito em minha vida. Um marido rico e lindo. Todas as mulheres morriam de inveja de mim nas festas e nas baladas que frequentávamos. Um sogro charmoso e delicioso que me fazia me sentir uma mulher de verdade e totalmente tarada.
Além disso, antes mesmo de se casar com seu filho, eu já tinha um patrimônio que nem em sonho eu achava possível com apenas 24 anos. E, no dia do meu casamento meu querido sogro aprontou uma loucura que, toda vez que me lembro, deixa meu grelinho pulsando de tesão.
Uma hora antes do casamento na igreja, eu estava no quarto da mansão terminando de me arrumar, dando os últimos retoques no cabelo e no vestido. Meu sogro, após bater na porta, entrou dizendo:
- Leila, vim ver se tá tudo certo com a noiva mais linda do mundo... pra não atrasar.
- Ainda bem que foi o senhor que entrou... fiquei preocupada que era o Rogério... noivo não pode ver a noiva antes! Mas eu estou praticamente pronta... não quero me atrasar de jeito nenhum... todas as noivas adoram fazer isso... mas eu quero ser diferente... quero chegar na hora.
Foi então que meu sogro pediu para as pessoas que estavam no quarto sairem um pouco que ele gostaria de falar em particular comigo, pois queria me dar uns conselhos antes do casamento. Quando a cabeleireira, a costureira e a maquiadora saíram, meu sogro então disse:
- Minha putinha vadia está linda vestida de noiva... sempre tive tesão de comer uma noiva antes do casamento e agora quero fazer isso... vem, putinha... ajoelha na cama... vou te comer... bem gostoso!!
Na hora pensei em recusar, pois achei muita loucura, mas em segundos senti meu grelo latejar e, toda safada, levantei a parte de trás do vestido e fiquei de quatro na beira da cama. - Vem... meu macho safado... tira o cabacinho da noivinha então... vem... come sua putinha... bem gostoso... seu tarado! - falei, toda sensual.
Ele puxou minha calcinha de lado e de uma só vez meteu aquele pauzão grosso e duro na minha bucetinha. Dei um gemido fino e, sem pudor, rebolei naquela pica deliciosa. Meu sogro metia que nem louco e dessa vez não conseguiu se segurar, e gozou como um cavalo, enchendo minha bucetinha de porra grossa e quente.
Quase desfaleci de tanto prazer. Aquela loucura me levara a uma excitação incontrolável e gozei me tremendo todinha. Foi tudo muito rápido e então ele se recompôs, guardando o pau ainda todo melado dentro de sua calça.
- Agora a minha putinha vai pra igreja se casar com a porra do teu macho dentro dessa bucetinha deliciosa... não é pra se lavar, sua vadiazinha safada... coloca qualquer coisa pra não escorrer... mas não quero que se lave...!! - ele falou e achei aquilo o cúmulo da safadeza.
Ele saiu do quarto e rapidamente coloquei um absorvente e me ajeitei. Que maluquice deliciosa. Casei-me com a bucetinha toda cheia de porra do meu sogro safado e, apesar de no começo da cerimônia aquilo me incomodar um pouco, por incrível que possa parecer, logo depois aquilo começou a me dar tesão e meu grelo ficou tão inchado que logo depois da cerimônia fui ao banheiro e, pra me acalmar, me masturbei e gozei maravilhosamente.
As loucuras do meu querido sogro tarado estavam igualmente me transformando em uma ninfomaníaca completamente sem juízo. Hoje, com 26 anos, contando pra vocês como tudo aconteceu em minha vida, tenho certeza que tudo foi uma dádiva dos deuses.
Meu maridinho corno nunca soube de nada, continua trabalhando e ganhando muito dinheiro. Mas cada vez mais tem menos tempo para a esposa que cada vez mais se aprimora na arte de ser uma vadia insaciável ao lado do meu sogro, que continua um tarado incorrigível e também extremamente generoso com sua nora e escrava sexual.
Juntos já fizemos tantas loucuras sexuais que eu iria precisar de dois livros grossos para descrevê-las! Minha vida está tão maravilhosa que pra ficar melhor seria quase impossível, mas nunca se sabe, não é mesmo?
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Dei para o meu sogro no dia do meu casamento. Meu sogro é um homem muito tarado. Meu sogro fica querendo ver minha calcinha. Sogro metendo a vara na nora. Meu sogro gozou nas minhas calcinhas. Sou louco pela minha nora. Minha nora é uma safadinha na cama. Dei meu cú para o meu sogro e meu marido não sabe. Nora safadinha dando a bundinha para o sogro safado. Sogro tarado comendo o cuzinho da nora. Dei escondido para o meu sogro. Morro de vontade de comer a bunda da minha nora.
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Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
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