Escrever um relato desses talvez só me faça bem, pois é como se eu estivesse contando um segredo para alguém, com a certeza de que essa pessoa não vai me expor, já que é quase anônimo. Espero que me entendam. Assim sendo, achei melhor tirar esse tempinho, escrever tudo, do jeitinho que aconteceu, e deixar que saíssem os demônios do passado.
O que vou contar aconteceu há mais ou menos uns quatro anos. Sou uma mulher casada, séria, não dou conversa para pessoas que não conheço, e nessa época eu estava quase que em lua de mel, ou seja, eu tinha acabado de me casar. E então conheci esse cara. Ele era maravilhoso, alegre, bem humorado, viajado, bem sucedido, cabeça, muito cabeça mesmo. E ele também era casado.
Inicialmente eu pensei que teríamos apenas uma amizade, pois eu estava recém-casada e ele também era casado. Mas as minha amigas sempre comentavam das aventuras sexuais dele. Posso dizer que, à princípio, fiquei meio chateada. Eu achava que a minha amizade era uma coisa legal, mas vi que ele era mais que amigo de uma série de mulheres. E eu não queria me envolver em algo que pudesse destruir meu recém-iniciado casamento.
Bem, as aventuras sexuais do Murilo, se por um lado me davam certa raiva e nojo de um comportamento galinha e promíscuo, por outro lado eu não conseguia negar que elas me deixavam um pouco enciumada e até mesmo excitada.
Algumas amigas me falavam que ele era um animal na cama, que tinha um pênis gigantesco, que falava palavrões, que dava tapas, que tratava a gente como vagabunda na cama. "Ele tem cara de safado, mas tem uma cara de bom garoto!", eu pensava. Na verdade, aquele cara de olhos azuis, forte, inteligente, não combinava com o ogro que era descrito.
Bem, de tanto ouvir, acabei prestando mais atenção no Murilo. Eu não me excitava com a possibilidade de ir para a cama com ele, mas achava divertido pensar nisso. Eu ficava ofegante sempre que o via, e ficava com vontade de fazer perguntas mais quentes, mas no fundo nossa boa amizade impedia.
Um dia, de tarde, eu estava almoçando com algumas amigas. - Gente, vou falar bem baixinho... e vocês não vou acreditar... ontem eu fiquei com o Murilo! - uma delas comentou de repente. Foi um alvoroço geral. - Sério? Nossaaaaaa!! Conta pra gente, vai... como ele é, heim? - uma das meninas mais atiradas perguntou.
- Absurdo de bom, amigas... faz muito gostoso... gozei muito com ele... o único inconveniente é que o negócio dele é imenso de grande! - essa amiga respondeu e todas ficaram mais curiosas ainda. Aquele relato, vindo de uma amiga muito saidinha, quase galinha, deixou a mesa inteira em agitação geral. - É mesmo tão grande assim? - quase todas perguntamos, fazendo vários gestos com a mão.
Nossa amiga apenas comentava que era uma coisa colossalmente grande. Meu deussss! Eu só olhava para a carinha dela, toda magricela, e imaginava ela debaixo do Murilo, fazendo amor com ele e sofrendo nessa suposta enorme rola. E a verdade é que todas nós ficamos extremamente curiosas. Não era excitação, era curiosidade somente, pelo menos da minha parte.
Acabando o almoço eu fui pagar o estacionamento do shopping e quem eu encontro, de terno e gravata? Meu amigo! Sim, o dito cujo que havia sido o alvo dos nossos comentários lá na mesa. Assim que o vi, ele já veio se aproximando. - E aí, moço? Você anda muito falado nas rodas femininas! - falei para ele, sem nem saber o porquê.
- Intrigas da oposição, Bárbara! - ele desconversou e me deu um beijo no rosto. - Falaram que seu pau é do tamanho de um braço... fiquei curiosa! - falei baixinho no ouvido dele, por impulso e por culpa de duas caipirinhas de saquê com morango que eu tinha bebido. Ele fez cara de assustado. - Mentira, é pequenininho... você precisa ver! - ele respondeu, também no meu ouvido.
O Murilo falou isso e riu. Em seguida ele foi saindo e me deixando no vácuo. Aquilo foi a senha. Esqueci-me de que tanto eu quanto ele éramos casados, e dei uma corrida. Segurei-o pelo braço. - Agora eu quero ver! - falei, decidida. Ele só me olhou, não falou absolutamente nada. Pegou-me pelo braço e deu a entender para eu segui-lo. Ele foi direto para o estacionamento VIP, ainda sem falar nada. E eu ao seu lado, com a minha respiração ofegante.
De vez em quando ele mexia nas minhas costas, alisando, passando os dedos nos contornos da parte de trás do meu sutiã, e também na minha nuca, mas não falava nada. Eu estava sem graça, estava zonza. Eu não sabia o que eu estava fazendo. O resultado veio mais rápido do que eu esperava. Assim que entrei no carro dele, ele me deu um beijo de arrancar a minha alma. Nunca nenhum homem havia me beijado com aquela vontade. Nossaaaaa! Que boca deliciosa o Murilo tinha.
Meu amigo parou de me beijar, ligou o carro e saímos em disparada para o motel. No som dele tocava uma música anos 80, daquelas lindas, e eu sentada ao seu lado, sem fôlego, sentindo um turbilhão de sensações percorrer o meu corpo inteiro. Nenhum dos dois falava nada, e nem precisava. Nós dois sabíamos com antecedência o que nos esperava. Então, chegamos na suíte do motel e entramos. Bastou fecharmos a porta para o Murilo já me agarrar por trás.
Nossaaa! As mãos dele percorreram todo o meu corpo, e eu sentia sua boca na minha nuca e pescoço, me cheirando, beijando, e sussurrando um monte de coisas no meu ouvido. Ele nem deixou que eu subisse, e começou a me amassar ainda nas escadas da suíte do motel. E eu retribuí, pois eu estava louca de desejo. Beijei gostoso a boca dele enquanto íamos tirando nossas roupas, agitados, com o tesão aumentando a cada segundo.
Desabotoei a calça dele e puxei para baixo, junto com sua cueca. Alí eu vi pela primeira vez um homem com um pênis superdotado. Era um pênis descomunal, grosso, com a glande enorme, sacada para fora. Meu deussssss! O meu marido é muito bem servido neste ponto, e bem acima da média, mas a pica desse meu amigo era uma coisa realmente de assustar.
Ao sentir a minha calcinha descer pelas minhas pernas eu abri minhas pernas levemente e fiquei de costas para o Murilo, apoiada na parede. Empinei um pouco a minha bunda e deixei ele meter. - Aaaarrgggg... de-va-gaarrrrr... por favooor... Murilo...! - gemi quando a cabeça do pau dele passou pela entradinha da minha buceta e o resto veio junto, me abrindo todinha, me esticando por dentro.
Oh, deussss! Como o pau dele era grosso. Parecia que estava me rasgando, massageando lugares dentro de mim que nenhum outro homem tinha tocado. Gemi e reclamei, em uma alucinante mistura de dor e prazer. E o Murilo me agarrava, me pressionava contra a parede, beijava a minha nuca, e metia de leve, tirando e enfiando o pau bem fundo na minha buceta, que babava muito, deixando o pênis dele super lubrificado.
- Me fode, gato... me fode todinha... ahhhhhhhhhh... com esse... ohhhhhhh, deussssss... soca esse pauzão em mim... vai... Muriloooooooo... ohhhhh, nossaaaaaa... está tão... gostosooooooo... me fode, gatinhoooo... soca tudo...!! - eu sussurrava.
Aí ele me estocou com força mesmo. Vi estrelas, mas a essa altura eu já estava louca, quase gozando com aquela estaca dentro de mim, em pé, contra a parede, nas pontas dos meus pés, e meu amigo me fodendo por trás, me segurando firme pela cintura, quase me levantando do chão.
Levei mais umas bombadas alí mesmo, sendo espremida na parede, até que minhas pernas ficaram bambas. - Vamos... para a... cama...! - sussurrei e subimos as escadas. Mal me deitei na cama e o Murilo já veio por cima de mim, me beijando e pincelando a cabeça do pau na minha entradinha. Como eu estava muito lubrificada, a pirocona foi me invadindo, deslizando, até encostar no meu útero.
Meu amigo estava disposto a me mostrar porque as outras mulheres falavam tão bem dele. Com ele deitado por cima de mim, eu coloquei minhas pernas ao redor de sua cintura e ele agarrava minha bunda, apertando os meus glúteos, e fez o melhor papai com mamãe que eu já fiz. Ele me fodia com vontade, me beijava, me mordia, me dava tapas na cara, na bunda, e me chamava de puta, de piranha, coisas que, sem falsos moralismos, até àquele momento, eu nunca havia feito, visto ou, muito menos, participado.
Fui por cima e percebi que, talvez pela posição, o pau dele não cabia todo na minha xana. Era uma coisa enorme, grossa, mas deliciosa, quente, com veias saltadas. Quando eu descia o corpo na pirocona do Murilo eu sentia como se algo estivesse me rasgando por dentro. Depois eu subia e ia revelando o pau dele, sentindo um vazio dentro de mim. Aí ele me puxava pela cintura e minha buceta voltava a engolir a cobrona.
Meu deussss! Aquele pênis praticamente era do tamanho da minha coxa. E na hora eu podia jurar que tinha mais de 25cm, grossa, e muito dura. Era uma coisa que nem parecia humano. E eu fiquei alí, subindo, descendo, rebolando, e o Murilo me mordendo, chupando meus seios, me batendo, até que não aguentei mais e gozei como uma louca, xingando ele de todos os nomes também. Que loucura! Uma mulher casada, super comportada, agindo daquela forma.
Transamos por umas 3 horas, sem nos falarmos direito. Foi até engraçado. Até irmos para cama, o Murilo era o homem com quem eu mais falava e alí, tudo o que eu queria era sexo, era vontade, era tapa, puxões de cabelos, apertões, era o pau grande dele, era o beijo. Nem vi a hora passar.
Ele finalmente gozou e nós paramos, eu fiquei assustada ao me olhar no espelho do banheiro. Eu estava vermelha no rosto, parecendo uma pimenta, e com medo que aquele vermelhidão não passasse logo, afinal eu tinha que voltar para casa, para o meu marido. No rosto ele não me marcou, mas minha cintura, minhas coxas e minha bunda estavam irremediavelmente marcadas pelos fortes tapas que ele me deu, e eu iria ter que dar um jeito de tentar me explicar ao meu esposo.
Claro que sempre existe castigo. Naquela noite meu marido chegou com um presente, um ursinho e um brinco de presente. Me senti culpada e jurei nunca mais ver este meu amigo, que me deu a melhor relação amorosa da minha vida. O bom é que depois dele eu apimentei minha relação, coloquei meu marido mais pra cima. Mas no dia eu em senti culpada, uma puta.
Nesse mesmo dia, enquanto meu marido metia em mim, eu sentia falta do pênis descomunal do meu amigo bem dotado. Mas foi assim que eu acabei me soltando mais e meu marido disse que foi nossa melhor relação amorosa. Na verdade eu pulava, e me mexia mais para poder sentir o pênis do meu marido dentro da minha xana. - Me fode, me come com vontade, bate na minha bunda...! - eu falava para o meu esposo, da mesma forma que eu tinha falado para o Murilo.
Parecia que eu estava incorporada. Eu estava com a xoxota um pouco esfolada pela camisinha e por um pau enorme, mas acabei dando ao meu marido uma noite inesquecível. Fiquei me sentindo uma puta e culpada, mas me sentindo mulher, amada e bem comida, e eu sabia que era uma nova fase, talvez a melhor da minha vida.
Sobre o meu amigo, ele continua casado. Por um tempo eu o evitei, mas agora eu consigo vê-lo, desejá-lo e saber que não deve rolar nada. Falamo-nos com frequência pela internet, redes sociais, Facebook, WhatsApp e tal, mas evito o contato, pois ele ainda me deixa com a respiração ofegante ao falarmos ao telefone.
Posso dizer com toda certeza que o Murilo foi o cara que me desvirginou de verdade, tirou a virgindade da minha alma. Ele me ensinou em poucas horas a ser mulher. Eu agradeço ao meu marido que, mesmo sem saber, também agradece. Sou feliz, sou mulher e essa foi a única infidelidade em todo o meu casamento. E valeu muito a pena. Acho que toda mulher tem o direito de aprender certas coisas.
Quem leu meu relato e gostaria de conversar sobre isso, deixa comentários para mim. Prometo que vou ler e responder todos.
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Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
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